Ativistas egípcias e grupos de defesa dos direitos humanos acusaram nesta quarta-feira soldados e carcereiros egípcios de abusos sexuais cometidos durante as mais recentes manifestações. Mais de 12 mulheres foram detidas, em meio a 300 manifestantes presos após uma manifestação na frente do Ministério da Defesa no Cairo, semana passada.
A ativista Aida Seif al-Dawla disse nesta quarta-feira que guardas femininas em uma prisão no Cairo abusaram sexualmente de algumas detidas, quando realizaram inspeções nos corpos delas supostamente buscando drogas.
Outra ativista detida recentemente disse a uma comissão parlamentar que soldados a espancaram até à inconsciência e depois a ameaçaram com um estupro. Não houve nenhum comentário da junta militar que governa o Egito.
As informações são da Associated Press.