A cada dia temos visto na mídia vários casos sobre esquizofrenia. Sendo o último deles, do artista plástico Michel Goldfarb, portador de esquizofrenia paranoíde. Muitos artistas e profissionais liberais sofrem com a doença, mas devido ao preconceito e o medo de sofrer rejeição, escondam a realidade que vivem.
O que a maioria das pessoas não tem conhecimento que os primeiros sintomas da esquizofrenia podem ser confundidos com o comportamento da adolescência e depressão.
Em pesquisa recente do IBOPE em parceria com o Programa de Esquizofrenia da Unifesp (PROESQ) e a Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Esquizofrenia (ABRE) afirma que a recaída da doença e a busca pela melhora da adesão ao tratamento são as maiores preocupações para 81% dos cuidadores de pacientes com esquizofrenia.
Para minimizar os sintomas da esquizofrenia, chega ao mercado novo medicamento para o tratamento da doença. Segundo o psiquiatra Dr. Cristiano Noto, a partir do momento, que o paciente consegue manter a doença estável, diminui o número de recaídas e, consequentemente, os gastos com medicamentos e internações. O produto é o primeiro antipsicótico de ação prolongada injetável e de uso mensal. O palmitato de paliperidona oferece maior conveniência ao paciente, facilita a adesão por ser mensal, previne as recaídas e oferece menor custo para médicos e pacientes.