<?xml version='1.0' encoding='windows-1252'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-3509384323746526516</atom:id><lastBuildDate>Fri, 30 Apr 2010 22:01:16 +0000</lastBuildDate><title>Entrelinhas</title><description></description><link>http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Lampejos)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>428</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-3509384323746526516.post-7060771714956114593</guid><pubDate>Fri, 30 Apr 2010 21:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-30T19:01:16.980-03:00</atom:updated><title>Radiola 55</title><description>&lt;a href="http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/uploaded_images/lcd-soundsystem-709996.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/uploaded_images/lcd-soundsystem-709994.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;Desculpa a demora, mas para àqueles que reclamaram e cobraram aqui está o set list da edição 55 do Radiola. O programa começa com o grande bluesman albino Johnny Winter, que esteve no Brasil se apresentando na última semana. Uma vez vi o cara em uma cidadezinha de 8 mil habitantes na França e até hoje considero um dos melhores shows que vi na vida. Então, parabéns a quem foi ou ao menos cogitou ver o cara nesta passagem pelo Brasil. &lt;br /&gt;Nos blocos temáticos, uma homenagem à obra "Alice no País das Maravilhas", do escritor Lewis Carroll através de artistas como Pink Floyd, Jefferson Airplane e Alice Cooper. Também tem um bloco com artistas que saíram do armário, como Rick Martin: Renato Russo, Michael Stipe e Bob Mould. &lt;br /&gt;Nas sessões de lançamentos, os novos trabalhos de LCD Soundsystem (foto), Scissors Sisters e nosso Tom Zé, sempre inventivo e surpreendente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clássico da semana&lt;br /&gt;Johnny Winter - "I Can´t Believe You Want to Leave"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bloco 1 (tema: "Alice no País das Maravilhas")&lt;br /&gt;1 - Pink Floyd - "Lucifer Sam"&lt;br /&gt;2 - Jefferson Airplane - "White Rabbit"&lt;br /&gt;3 - Alice Cooper - "Dead Babies"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bloco 2&lt;br /&gt;1 - Legião Urbana - "A Tempestade"&lt;br /&gt;2 - REM - "Circus Envy"&lt;br /&gt;3 - Husker Du - "Pink Turn to Blue"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lançamentos 1&lt;br /&gt;1 - Scissors Sisters - Faixa ainda sem nome - (disco: Night Work)&lt;br /&gt;2 - LCD Soundsystem - "Drunk Girls" (disco: This is Happening)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lançamentos 2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Tom Zé - "Nave Maria" (disco: "O Pirulito da Ciência")&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BG - "Guru: Jazzmatazz: An Experimental fusion of hio-hop and jazz" (homenagem ao músico Guru, que morreu de câncer aos 43 anos na última semana)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Link&lt;br /&gt;http://www.liberal.com.br/cadernos/podcast_ver.asp?c=02F0C950455&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3509384323746526516-7060771714956114593?l=www.liberal.com.br%2Fblogs%2Fentrelinhas' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/2010/04/radiola-55.html</link><author>noreply@blogger.com (Luciano Assis)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-3509384323746526516.post-6116212536016072366</guid><pubDate>Wed, 28 Apr 2010 21:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-28T18:15:13.478-03:00</atom:updated><title>30 anos sem Alfred Hitchcock</title><description>&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/pTkrSlsNfxQ&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/pTkrSlsNfxQ&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há 30 anos morria Alfred Hitckcock, o diretor que melhor soube trabalhar o medo e a ansiedade do espectador na história do cinema. O inglês via o cinema como a arte de contar uma boa história, talvez por isso fosse tão pouco interessado à experimentalismos que marcaram cineastas a partir dos anos 60. &lt;br /&gt;Uma boa inrodução à vida do diretor é o livro Alfred Hitchcock e suas atrizes (Larousse, 318 pgs, R$ 59,90) de Donald Spoto, um especialista que já escreveu outros dois livros sobre o cineasta. Nele, o escritor relata a obsessão que Hitchcock tinha por belas mulheres, num desfile de beldades: Ingrid Bergman, Marlene Dietrich, Grace Kelly, Doris Day, Vera Miles, Kim Novak e Janet Leigh.&lt;br /&gt;Aproveitando a data redonda, aproveito para lembrar que seu maior clássico, "Psicose" (1960)também aniversaria em 2010. Está fazendo 50 anos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3509384323746526516-6116212536016072366?l=www.liberal.com.br%2Fblogs%2Fentrelinhas' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/2010/04/30-anos-sem-alfred-hitchcock.html</link><author>noreply@blogger.com (Luciano Assis)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-3509384323746526516.post-2813992748179904183</guid><pubDate>Mon, 26 Apr 2010 18:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-26T16:05:39.591-03:00</atom:updated><title>O maravilhoso mundo de Lewis Carroll</title><description>&lt;a href="http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/uploaded_images/lewis-carroll-727770.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 236px; height: 320px;" src="http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/uploaded_images/lewis-carroll-727767.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;Se você não está passando esse final de semana em marte ou em Júpiter, com certeza já deve ter ouvido falar muito de “Alice no País das Maravilhas”, a versão século 21 do clássico literário homônimo do escritor inglês Lewis Carroll (1832-1898). &lt;br /&gt;O filme é dirigido por Tim Burton (“Edwards Mãos de Tesoura”, “Big Fish”), e sinceramente é impossível pensar em um nome melhor para passar para a grande tela todo o ambiente de sonho/pesadelo/delírio que em 1865 causou tanto amor e indignação na sociedade britânica. &lt;br /&gt;Parece que a crítica não vem mostrando grande entusiasmo em relação ao filme. Normal. Sempre que um longa metragem sobre a menina que se perde em um mundo paralelo chega, logo acaba ganhando comparações com o livro ou sendo acusado de não conter a mesma gama de ironia e nonsense das páginas originais. &lt;br /&gt;Todos os significados e significâncias do livro ainda hoje é um enigma para simples leitores e especialistas. Nunca ninguém conseguiu desvendar o que o escritor Lewis Caroll tentou “passar” com essa obra. Várias teorias e boatos já foram levados aos quatro ventos. Que ele escreveu o livro completamente drogado, que o livro é cheio de referências pedófilas, que somente crianças podem entendê-lo, mesmo ele sendo tudo, menos um livro infantil. &lt;br /&gt;A verdade é que mais profundo e enigmático que o livro “Alice no País das Maravilhas” é o autor que a criou. Charles Lutwidge Dodgson (o nome verdadeiro de Lewis Carroll), era um simples e dedicado professor de matemática da Universidade de Oxford na Inglaterra. Terceira filho de um pastor anglicano, ele nunca se casou, era anti-social e não tinha amigos. Sua convivencia se limitava à conversas com crianças – meninas por volta dos dez anos, em sua maioria. &lt;br /&gt;Um estranho hábito de fotográfa-las nuas ainda lhe render várias acusações na época e a eterna fama de pedófilo. A Alice verdadeira, que deu origem à personagem do livro, por exemplo, foi eternizada numa foto de Carroll. &lt;br /&gt;Mas acusações e estranhesas à parte, a verdade é que Lewis Carroll, um homem fechado e aparentemente de natureza religiosa e moralista, criou um dos caminhos mais subversivos da literatura. “Nos livros dele, fatos psicológicos eram tratados como objetivos”, explicou Florense Becker Lennon, autor da melhor biografia sobre o escritor. &lt;br /&gt;Cacos do estrago provocado por ele podem ser sentidos até os dias atuais. Psicodelismo inicial da banda Pink Floyd, a obra do pintor Salvador Dalí e até mesmo o cinema de Tim Burton estão aí para não me deixar mentir. &lt;br /&gt;Para se ter uma ideia do nível de gama de significados do livro, basta a informação sobre o nome do personagem “O Chapeleiro Maluco”, personagem do ator Johnny Deep, no novo filme recém estreado. Trata-se de uma expressão inglesa do século 19 (“The Mad Hatter”), que vem da frase “To be mad as a hatter” (“tão louco quanto um chapeleiro). A ideia da época era que todos os chapeleiros ficavam loucos  e delirantes por causa do mercúrio usado na coloração dos chapéus.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3509384323746526516-2813992748179904183?l=www.liberal.com.br%2Fblogs%2Fentrelinhas' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/2010/04/o-maravilhoso-mundo-de-lewis-carroll.html</link><author>noreply@blogger.com (Luciano Assis)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-3509384323746526516.post-5819395320520048091</guid><pubDate>Fri, 23 Apr 2010 15:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-23T12:55:29.554-03:00</atom:updated><title>Alice em 1903!</title><description>&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Ke25rh_8veM&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Ke25rh_8veM&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta sexta-feira estreia no Brasil o mais que esperado "Alice no País das Maravilhas", do diretor americano Tim Burton. Uma curiosidade aos fãs da obra do escritor Lewis Carrol é essa versão para o cinema de 1903 (!) recém restaurada e postada na internet. São pouco mais de oito minutos que demonstram mais familiaridade com o livro original do que a atual versão “Timburtiana”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3509384323746526516-5819395320520048091?l=www.liberal.com.br%2Fblogs%2Fentrelinhas' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/2010/04/alice-em-1903.html</link><author>noreply@blogger.com (Luciano Assis)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-3509384323746526516.post-614107146514348686</guid><pubDate>Thu, 22 Apr 2010 17:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-22T18:28:05.005-03:00</atom:updated><title>Entrevista com Tom Zé</title><description>&lt;a href="http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/uploaded_images/tom-ze-741337.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 220px; height: 220px;" src="http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/uploaded_images/tom-ze-741336.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Aos 73 anos o cantor e compositor Tom Zé poderia ter uma fotos sua ilustrando de maneira sintética a expressão “surpreendente”. Na arte e na vida, ele está há mais de sete décadas remando contra a maré do óbvio.&lt;br /&gt;Nascido em um minúsculo município do estado da Bahia, Irará, conseguiu se tornar um dos artistas mais sofisticados do Brasil, mesmo ganhando reconhecimento no exterior antes de ser apreciados em seu próprio país.&lt;br /&gt;Parte desses momentos de alto e baixo de sua vida artística é revista no CD e DVD ao vivo "O Pirulito da Ciência", que acaba de chegar às lojas. Produzido pelo ex-baterista dos Titãs, Charles Gavin, o disco perpassa a discografia do “father of inventions” (“pai da invenção”), como recentemente foi chamado por um crítico americano, que o comparou a Frank Zappa, iconoclasta músico do século 20, e cuja banda se chamava “The Mothers of Invensions” (Mães da Invensão”).&lt;br /&gt;“Minha carreira é feita sob minha inabilidade em fazer música no enquadramento convencional. Fui aprendendo a trabalhar no limite entre o som e o ruído”, explicou Tom Zé, em entrevista ao jornal O Liberal, na última semana. &lt;br /&gt;O bate papo aconteceu um dia antes do artista chegar em Campinas, onde fez um dos primeiros shows da turnê que leva o mesmo nome do CD. “Esse trabalho que neste ano deve viajar pelo Brasil é culpa e Gavin. Foi ele que me convenceu a fazer essa retrospectiva e correu atrás de tudo. É uma pessoa incansável a quem eu devo o resultado desse trabalho”, elogiou o cantor. &lt;br /&gt;Na revolução tropicalista dos anos 60, o atual establishment da MPB (Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa, etc) apareceu misturando cancioneiro popular, rock, pop e samba. Tom Zé, o mais velho da turma, chegou a ter sucesso popular com a canção “São São Paulo”, ganhadora do 4º Festival Record de MPB, de 1968. &lt;br /&gt;Mas o sucesso inicial não se manteve pela década seguinte, como ocorreu com seus outros parceiros. A insistência em se reinventar a cada nova ação musical afastou público, jornais, fãs, rádios, TVs. “Neste período de baixa eu ia muito ai para o interior. Eu, minha Brasília e o violão. Os próprios centros acadêmicos das faculdades é que me chamavam”, lembrou Tom Zé. &lt;br /&gt;Tal limbo durou até o começo dos anos 90, quando o badalado David Byrne, recém saída da banda Talking Heads, veio ao Brasil e se encantou com o disco “Estudando o Samba” (1975). O brasileiro foi chamado para gravar nos Estados Unidos e o disco “Hips of Tradition” foi elevado às nuvens por críticos de jornais e revistas culturais como The New York Times, Spin, Rolling Stone e Los Angeles Times. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Futebol&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos esses momentos estão presentes em “O Pirulito da Ciência”, cuja titulo é retirado de um verso da música “Fliperama” (1992): “O louco comandante Flip/ Com a sua moedinha/ quer fazer uma guerra na Terra/ Oferece um caminhão e o seu cinturão/ Que para a batalha não falha/ E no quarto faz com ela/ A terceira arruela/ Do amor que tem a violência/ Com o pirulito da ciência”.&lt;br /&gt;Mas não soa estranho um artista que sempre olhou para a sempre, olhar para trás numa obra revisionista? “Eu sempre olhei para trás. Quando ninguém mais usava badolins na música brasileiro eu me lembrei daquelas maravilhosas gravações do final do anos 50 de Jacob do Bandolim e fiz muitas músicas no começo da minha carreira. Só é a primeira vez que eu olho para mim mesmo, para meu próprio umbigo”, comentou. &lt;br /&gt;Entre outros assuntos que dominaram a entrevista: o fim do formato canção, o medo de subir ao palco, etc, o cantor mostrou apreço e atenção para assuntos daqui de Americana. “Fiquei triste com a queda do time do Rio Branco. Vi os primeiros jogos da equipe e gostei muito daquele meia, o Romarinho e do goleiro de você. É um menino muito bom. Sinceramente torci para o time se safar o rebaixamento”, contou o cantor, antes de elogiar o atual time do Santos. “Na minha idade achei que nunca fosse mais ver um time desse jogar”, exaltou. Tom Zé é realmente uma figura surpreendente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3509384323746526516-614107146514348686?l=www.liberal.com.br%2Fblogs%2Fentrelinhas' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/2010/04/entrevista-com-tom-ze.html</link><author>noreply@blogger.com (Luciano Assis)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-3509384323746526516.post-9126127299281979881</guid><pubDate>Tue, 20 Apr 2010 18:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-20T15:30:39.494-03:00</atom:updated><title>Radiola 54</title><description>&lt;a href="http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/uploaded_images/jeff-beck-796231.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 255px;" src="http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/uploaded_images/jeff-beck-796225.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;Os novos discos do veterano guitarrista Jeff Beck, um dos heróis da guitarra do Reino Unido é o principal lançamentos desta semana do programa que chega a sua edição 54. Além dele, marcam presença no programa os novos trabalhos de Ray Charles, que tem um shows gravado em 2000 lançado pela primeira vez em CD e um passeia pela música latina, além de lembrar de compactos clássicos de bandas como The Beatles, The Smiths e New Order.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clássico da Semana&lt;br /&gt;1 - Placebo - "Every You, Every Me"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bloco 1 (Artistas latinos)&lt;br /&gt;1 - Café Tacuba - "No me Compreendes"&lt;br /&gt;2 - Fito Paez - "Un Amot y un Vestido"&lt;br /&gt;3 - Brujeria - "El Patron"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bloco 2 (compactos clássicos)&lt;br /&gt;1 - The Beatles - Lady Madonna"&lt;br /&gt;2 - The Smiths - "Shakespeare´s Sister"&lt;br /&gt;3 - New Order - "Blue Monday"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lançamentos 1&lt;br /&gt;1 - Jakob Dylan - "Stading Eight Count" (disco: Women + Country)&lt;br /&gt;2 - Black Rebel Motorcycle Club - "Beat the Devil" (disco: Beat the Devil Tatoo) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lançamento 2&lt;br /&gt;1 - Sharon Jones and the Dap-Kings - "She Ain´t Child no More" (I Learned the Hard Day)&lt;br /&gt;2 - Ray Charles - "What'I Say" (Live At Olympia)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lançamento da semana&lt;br /&gt;1 - Jeff Beck - "I Put a Spell on You" (Emotion and Commotion)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BG - Todo o disco "Play", do DJ Moby, que faz show nesta semana no Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Link:&lt;br /&gt;http://www.liberal.com.br/cadernos/podcast_ver.asp?c=02F0C950455&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3509384323746526516-9126127299281979881?l=www.liberal.com.br%2Fblogs%2Fentrelinhas' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/2010/04/radiola-54.html</link><author>noreply@blogger.com (Luciano Assis)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-3509384323746526516.post-1140147253740559764</guid><pubDate>Mon, 19 Apr 2010 20:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-19T17:33:23.979-03:00</atom:updated><title>Americana: Como é chato viver aqui!</title><description>&lt;a href="http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/uploaded_images/americana-764633.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 207px;" src="http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/uploaded_images/americana-764630.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A matéria de capa deste domingo do jornal LIBERAL mostra em números um problema que muita gente vem comentando em rodas de amigos, nas praças, nos botecos e vendo o “Zorra Total”: A queda vertiginosa de agitação cultural no município. De quem é a culpa por isso? Minha, sua, do seu vizinho e, claro, do poder público.&lt;br /&gt;Muitas vezes, o papel do poder público mais do que fazer algo é não atrapalhar quem faz. Em Piracicaba é assim. Lá, as atividades culturais, talvez por se tratar de uma região com muitos estudantes, bares e casas de shows de pequeno porte, enche os dias de quem gosta de cultura e “coisas para fazer”, como diz no popular. &lt;br /&gt;Fora isso, os ótimos equipamentos de posse do poder público (Engenho Central, Teatro Municipal, etc) estão sempre recebendo atrações de peso. Fora que eles têm um SESC, uma das salvações da cultura brasileira, diga-se de passagem. &lt;br /&gt;Em Americana é diferente, as leis de silêncio altamente rigorosas provocaram um êxodo de artistas para outras cidades, fechamento de casas noturnas e inibição de movimentação de grupos artísticos. A soma de todos esses fatores provocados tanto pela pressão de moradores quanto pelos nossos políticos deram tranqüilidade aos bairros – o que é ótimo e civilizado-, mas tiveram como efeito colateral a concentração de atividades de cultura nas mãos da Secretaria de Cultura, que agora nos deixa na mão. &lt;br /&gt;Há uns 12 ou 13 anos, saí de São Paulo numa quinta-feira para vir até aqui ver um show de uma obscura banda americana chamada The Man Or Astro Man (alguém aí se lembra desses caras ou desse show?). Fiquei pensando como uma banda tão pequena, até mesmo dentro dos Estados Unidos, vinha tocar aqui e não em tantos outros municípios do Estado. Saí daqui positivamente impressionado. &lt;br /&gt;Hoje, se eu formar uma banda – fiquem calmos, é só um exemplo – não terei onde me apresentar. Jovens do movimento hip hop treinam em praças públicas, mesmo com a cidade tendo um Centro de Cultura de R$ 3 milhões servindo para caminhada e enfeite da Avenida Brasil. Como já disse aqui uma vez, vários salões, árvores, pistas e áreas e salas vazias não se configura num Centro Cultural. &lt;br /&gt;Mais do que um problema presente, tal marasmo e inércia é um triste vislumbramento de um futuro nada bom. Uma cidade de 200 mil habitantes sem cinema ou livrarias é um sinal que devia ser melhor analisado. Quem sair por último que apague a luz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3509384323746526516-1140147253740559764?l=www.liberal.com.br%2Fblogs%2Fentrelinhas' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/2010/04/americana-como-e-chato-viver-aqui.html</link><author>noreply@blogger.com (Luciano Assis)</author><thr:total>11</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-3509384323746526516.post-6867125717430394589</guid><pubDate>Mon, 19 Apr 2010 14:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-19T11:04:38.283-03:00</atom:updated><title>Um adeus à Lady Laura</title><description>&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ST0ffUQK3oU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/ST0ffUQK3oU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tô um pouco atrasado, mas ainda é tempo de lembrar uma das canções mais pessoais de Roberto Carlos, feita em homenagem à mãe que faleceu no último sábado e será enterrada logo mais. Apesar de não ser artista, Laura foi uma das principais incentivadoras da carreira do Rei.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3509384323746526516-6867125717430394589?l=www.liberal.com.br%2Fblogs%2Fentrelinhas' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/2010/04/um-adeus-lady-laura.html</link><author>noreply@blogger.com (Luciano Assis)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-3509384323746526516.post-9214590282354021949</guid><pubDate>Wed, 14 Apr 2010 16:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-14T13:40:23.305-03:00</atom:updated><title>Por que o mundo ficou mais burro?</title><description>&lt;a href="http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/uploaded_images/viciados-em-pc-772725.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 290px; height: 200px;" src="http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/uploaded_images/viciados-em-pc-772719.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;Sou sempre o primeiro a defender os tempos em que vivemos. Mais: Sou da opinião anti-nostálgica de que a humanidade só melhora com o passar dos anos. &lt;br /&gt;Desculpe os românticos, hippies ou desprendidos, mas não consigo vislumbrar minha existência sem eletricidade, carro, telefone, internet, etc. Como diz Gilberto Gil na música “Parabólicamará”: “Antes Mundo era Pequeno/ Porque Terra era Grande/ Hoje Mundo é muito grande/ Porque Terra é Pequena”. &lt;br /&gt;Tá bom, concordo que nossas cidade andam muito violentas, mas prefiro tomar mais cuidado ao entrar em casa do que ser acordado pela inquisição ou pelo militares em algum regime de exceção. Isso para não citar o perigo de ser crucificado por um mal entendido. &lt;br /&gt;Mas opiniões particulares à parte, concordo com os detratores dos nossos tempos quando acusam as novas gerações de apatia. Nisso não há contra opinião da minha parte. Os jovens andam cada vez mais sem ideologias românticas (ideologias não devem fazer sentido, têm apenas que existir por poesia). Ás vezes penso que tanta informação causa um desfocamento de opiniões. É como se à medida que o mundo vai ficando mais complexo, as idéias tomam direção contrária e se tornam mais simplistas. &lt;br /&gt;Há poucos anos vi um padre na TV falando da importância de se cuidar de menores infratores ao invés de debater diminuição de da idade penal, que sai mais cara e é ineficiente sem um trabalho social de base. Era algo meio óbvio, mas que não vale nada reforçar. &lt;br /&gt;O coitado do religioso foi atacado com ódio fascista pela platéia de jovens, claramente defensores de violência para combater a violência. Até pena de morte entrou no debate. &lt;br /&gt;Sempre aceitei que o cinismo para com o próximo fosse um sintoma adulto, de gente cansada de brigar contra o sistema e mais preocupada com o micro (casa, família, carro, etc) do que com o macro (mudar o mundo, igualdade e outras coisas de que não me lembro mais, já que não sou tão criança). &lt;br /&gt;Mas pensando bem talvez essa atitude seja um efeito colateral dos nossos tempos. Hoje, informação vem fácil. Como já contei aqui, não sou tão velho, mas lembro que no meu tempo era um trabalho de Hércules conseguir um disco de uma banda badalada da cena underground inglesa ou americana. Ouvíamos falar de filmes de David Lynch, David Cronenberg ou Roman Polanski e demorávamos anos para ver. Até os clássicos (Chaplin, Fellini, Bañuel) eram difíceis. &lt;br /&gt;Como diz meu avô, conforto demais gera preguiça. É um estado natural. É claro que seria burrice generalizar aqui uma categoria. Existe marasmo cerebral em jovens, adultos e velhos. Mas mantenho um estranho incômodo para com a juventude do século 21. &lt;br /&gt;Só espero que minhas lamentações não sejam nostalgias. Esses sentimentos às vezes pegam a gente despercebidos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3509384323746526516-9214590282354021949?l=www.liberal.com.br%2Fblogs%2Fentrelinhas' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/2010/04/por-que-o-mundo-ficou-mais-burro.html</link><author>noreply@blogger.com (Luciano Assis)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-3509384323746526516.post-3585474464016064670</guid><pubDate>Tue, 13 Apr 2010 16:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-14T13:41:50.309-03:00</atom:updated><title>Cena do dia</title><description>&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/1W6AGM-LxGY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/1W6AGM-LxGY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acabei de ler em um site que hoje é o "Dia Mundial do Beijo". Não sei qual a razão de um dia mundial para isso, mas achei uma ótima oportunidade de lembrar essa linda cena de Burt Lancaster and Deborah Kerr no filme "From Here To Eternity" (acho que no Brasil se chamou "A Um Passo da Eternidade") de 1953. Foi o primeiro beijo (digo, beijo mesmo, de lingua, demorado) da história do cinema.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3509384323746526516-3585474464016064670?l=www.liberal.com.br%2Fblogs%2Fentrelinhas' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/2010/04/cena-do-dia.html</link><author>noreply@blogger.com (Luciano Assis)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-3509384323746526516.post-2821818144191933241</guid><pubDate>Mon, 12 Apr 2010 18:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-12T15:23:05.997-03:00</atom:updated><title>Radiola 53</title><description>&lt;a href="http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/uploaded_images/mondo-cane-707705.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 213px; height: 320px;" src="http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/uploaded_images/mondo-cane-707700.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;O projeto em homenagem ao pop italiano dos anos 1950 e 60 comandado pelo cantor Mike Patton é o destaque desta semana do Radiola. Pilotado por um dos artistas mais prolixo dos nossos tempos, o projeto, chamado Mondo Cane nasceu há dois anos e finalmente ganha uma versão em estúdio após elogiadas apresentações na velha bota.&lt;br /&gt;Mas o programa ainda traz artistas como Buddy Guy, Sérgio Sampaio, Nancy Sinatra, Marcos Valle e Neil Young.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clássico da semana&lt;br /&gt;1 - Marcos Valle - "Próton, Elétron, Neutron"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bloco 1&lt;br /&gt;1 - Buddy Guy and Junior Wells - "Bad Whisky"&lt;br /&gt;2 - Harry Nilson - "Don´t Forget Me"&lt;br /&gt;3 - Sérgio Sampaio - "Pobre Meu Pai"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bloco 2&lt;br /&gt;1 - Nancy Sinatra - "Let Me Kiss You"&lt;br /&gt;2 - Charllote Gainsbourg - "Heaven Can Wait"&lt;br /&gt;3 - Jeff Buckley - "Corpus Christ Carol"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lançamentos&lt;br /&gt;1 - Neil Young - "Harvest Moon" (disco: Dreamin Man Live 92)&lt;br /&gt;2 - Chris Isaak - "Baby Did a Bad Thing" (The Best Of)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lançamentos da Semana&lt;br /&gt;1 - Mike Patton - Ore D´Amore (Disco: Mondo Cane)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BG - The Brian Setzer Orchestra - "Wolfgang Big Night Out"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Link&lt;br /&gt;http://www.liberal.com.br/cadernos/podcast_ver.asp?c=02F0C950455&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3509384323746526516-2821818144191933241?l=www.liberal.com.br%2Fblogs%2Fentrelinhas' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/2010/04/radiola-53.html</link><author>noreply@blogger.com (Luciano Assis)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-3509384323746526516.post-7155922045003679067</guid><pubDate>Mon, 12 Apr 2010 14:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-12T11:20:51.848-03:00</atom:updated><title>Fim</title><description>&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/gLCzx7rXXeI&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/gLCzx7rXXeI&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os integrantes da banda Supergrass anunciaram nesta segunda-feira que o grupo está deixando de existir. Uma pena, eram os melhores daquela geração brit-pop dos anos 90, mesmo não tendo o reconhecimento que mereciam. Talvez daqui uns 20 anos surja um grupo de jovens nostálgicos daquilo que não viveram e digam que "bom mesmo era no passado quando existia o Supergrass", como acontece hoje em relação a outros artistas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3509384323746526516-7155922045003679067?l=www.liberal.com.br%2Fblogs%2Fentrelinhas' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/2010/04/fim.html</link><author>noreply@blogger.com (Luciano Assis)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-3509384323746526516.post-6253366009468365438</guid><pubDate>Mon, 05 Apr 2010 14:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-05T11:49:48.872-03:00</atom:updated><title>Há 16 anos...</title><description>&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/kO4BF67pvsc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/kO4BF67pvsc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro como se fosse hoje. Eu passava em frente à TV e uma chamada de um telejornal qualquer dava a notícia: "O cantor americano Kurt Cobain, na banda Nirvana, comete suicidio nos Estados Unidos". &lt;br /&gt;Foi um choque, já que para um garoto de 15/16 anos que estava plenamente integrado à música e às novidades vindas de todo o mundo o Nirvana era o centro do furacão. Durante muito tempo ser underground ou mainstream era algo muito importante. Não era possível curtir Guns´n´Roses andando cercado de seguranças, modelos, groupies e dando porradas em fãs e ao mesmo tempo admirar Kurt Cobain por sua atitude "anti-sistema" e anti-sucesso. E eu estava ao lado de Cobain. Ao invés uma estrela do pop cercada de luxos, hoteis, glamour e fortunas, ele era simplemente um fã de música. O bradava aos quatro ventos como odiava gente como Madonna, Michael Jackson, Axl Rose e outros figurões. Falava na lata, para quem quisesse ouvir e gravar.&lt;br /&gt;Hoje, com as coisas bem mais complexas e astros e fãs domados e mais preocupados com a estética do que com música, Kurt faz uma falta danada. &lt;br /&gt;O video acima capta um ensaio do Nirvana (eles estão com os instrumentos trocados) feito no Brasil, em janeiro de 1993, pouco mais de um ano antes do fatídico tiro na cabeça que o levou no dia 5 de abril de 1994.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3509384323746526516-6253366009468365438?l=www.liberal.com.br%2Fblogs%2Fentrelinhas' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/2010/04/ha-16-anos.html</link><author>noreply@blogger.com (Luciano Assis)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-3509384323746526516.post-3140745718146178654</guid><pubDate>Wed, 31 Mar 2010 21:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-31T18:34:59.295-03:00</atom:updated><title>Radiola 52</title><description>&lt;a href="http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/uploaded_images/novos-baianos-769522.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 242px; height: 320px;" src="http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/uploaded_images/novos-baianos-769520.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;Apesar da demora está aqui o set list da edição 52 do Radiola. No clássico da semana tem como destaque o grupo Novos Baianos, que acaba de ganhar documentário. Nos blocos, você ouve discos gravados no exílio e também um passeio pelas montanhas escocesas com grupos como Teenage Fanclub, Delgados e Belle and Sebastian. Nesta semana não devo gravar a edição 53 em razão da correria do feriado, mas enquanto isso dá para você colocar os programas anteriores em dia. Até semana que vem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clássico da Semana&lt;br /&gt;1 - Novos Baianos - "A Menina Dança" (1972)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bloco 1 (Bandas escocesas)&lt;br /&gt;1 - Teenage Fanclub - "Dezember"&lt;br /&gt;2 - Belle and Sebastian - "Jonathan David"&lt;br /&gt;3 - Delgados - "Pull the Wires From the Wall"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bloco 2 (Discos gravados no exílio)&lt;br /&gt;1 - The Rolling Stones - "Rip This Joint" (1971)&lt;br /&gt;2 - David Bowie - "Sound and Vision" (1977)&lt;br /&gt;3 - Caetano Veloso - "It´s Long Way" (1972)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relançamentos&lt;br /&gt;1 - Black Sabbath - "Evil Woman" (1970)&lt;br /&gt;2 - Eric Clapton - "After Midnight" (1970)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lançamento&lt;br /&gt;1 - Johnny Cash - "Aloha Oe" (disco: Ain't no Grave)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BG - Homenagem ao músico do Mali, Ali Farka Toure (1939-2006)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Link:&lt;br /&gt;http://www.liberal.com.br/cadernos/podcast_ver.asp?c=02F0C950455&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3509384323746526516-3140745718146178654?l=www.liberal.com.br%2Fblogs%2Fentrelinhas' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/2010/03/radiola-52.html</link><author>noreply@blogger.com (Luciano Assis)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-3509384323746526516.post-1568686621426425062</guid><pubDate>Wed, 31 Mar 2010 16:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-31T14:03:51.918-03:00</atom:updated><title>O sentido das palavras</title><description>&lt;a href="http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/uploaded_images/palavras-793635.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/uploaded_images/palavras-793633.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Há algum tempo entrou em moda usar a palavra “Kafkaniano” para acontecimento que enfrentassem nossa limitada lógica. Muita coisa passou a ser “kafkaniana”, assim como temos fatos “dantescos” acontecendo aos montes. &lt;br /&gt;A popularização e uso cotidiano das palavras as fazem perder a essência. Ou alguém acha que todos os usuários dos termos já leram a obra de Frank Kafka (1883-1924) ou Dante Alighieri (1265-1321)? O mesmo acontece com expressões como “paciência de Jó” que tem seu nascedouro na Bíblia, na história do homem crente que tem sua fé testada por Deus.&lt;br /&gt;Essa dicotomia entre origem e instrumento de uso da língua não chega a ser um sacrilégio. Pelo contrário, é um caminho natural das coisas e da arte de uma maneira geral. Não é apenas intelectual que tem o direito de usar a palavra “fofoca” (gossip, em inglês) porque ele é um dos poucos que sabe trata-se de uma invenção de William Shakespeare (1564-1616).&lt;br /&gt;Mas a defasagem ou inversão do sentido de algumas palavras ou expressões atualmente é, no mínimo, preocupante. Dias atrás vi o comercial na TV do programa “Ídolos” da rede Record de televisão. Um dos apresentadores dizia que para vencer o programa era necessário estilo, talento e “acima de tudo atitude”. A mesma atitude era defendida pela banda de rock CPM 22 em um comercial de aparelho de barbear. Não lembro exatamente o texto da propaganda, mas era mais ou menos assim: “Quem tem atitude usa...”. &lt;br /&gt;Não sou tão velho, mas gosto de pensar que antigamente as palavras valiam alguma coisa. Ter atitude era uma desvantagem social, já que podia lhe meter em problemas. Usar cabelo comprido na época da ditadura era uma atitude ousada, já que alguma autoridade podia invocar contigo e lhe prender. Era preciso coragem para ser diferente. &lt;br /&gt;Mas essa não é a única palavra que tem seu sentido se esvaindo. O cineasta James Cameron, diretor de “Avatar”, foi chamado de “gênio do cinema” por um jornal aqui do interior.  Pouco antes o apresentador de TV Raul Gil convidou o compositor Jorge Vercilo para um quadro de seu programa, o invocando dos bastidores ao soltar que ele era “um dos gênios da música brasileira”. Outro apresentador de TV local afirmou que o músico Hudson, àquele da dupla Edson e Hudson, “é um dos maiores guitarrista do mundo” (não estou brincando, eu estava ao lado dele quando ele soltou essa pérola).&lt;br /&gt;Teve uma época que o rótulo era algo muito restrito, Orson Wells e Charles Chaplin eram gênios do cinema. Noel Rosa, Ray Charles, Miles Davis e John Lennon eram na música. Jimi Page, Eric Clapton e Jimi Hendrix eram os maiores guitarrista do mundo.&lt;br /&gt;Vejo tal mudança não como um reflexo de uma possível imbecilização das novas gerações, mas de uma perda do sentido da própria palavra que é usada mais como marketing do que em seu sentido literal. &lt;br /&gt;Não importa se a Lady Gaga é uma artista iniciante: Ela é o maior fenômeno da música pop desde Michael Jackson simplesmente porque é mais interessante para os negócios. Cristiano Ronaldo será o novo Pelé, já que está na hora de termos outro atleta enchendo estádios pelo mundo.&lt;br /&gt;Não importa se eles vão dar conta do recado, já que negócios não têm comprometimento com resultados históricos, somente numéricos.&lt;br /&gt;Millôr Fernandez disse certa vez que não existe ateu no momento anterior à queda de um avião. No século 21, não existe coerência quando estamos próximos de encher nossos bolsos. Somos todos ateus, graças a Deus!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3509384323746526516-1568686621426425062?l=www.liberal.com.br%2Fblogs%2Fentrelinhas' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/2010/03/o-sentido-das-palavras.html</link><author>noreply@blogger.com (Luciano Assis)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-3509384323746526516.post-9137528570020689473</guid><pubDate>Tue, 30 Mar 2010 16:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-30T13:47:28.894-03:00</atom:updated><title>Parabéns, Senhor Clapton!</title><description>&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/EklciRHZnUQ&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/EklciRHZnUQ&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mestre Eric Clapton completa 65 anos nesta terça-feira. Ao invés de ficar aqui teorizando sobre a importância dele para a música, vou apenas deixar vocês com esse video do maior bluseiro nascido branco e fora dos Estados Unidos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3509384323746526516-9137528570020689473?l=www.liberal.com.br%2Fblogs%2Fentrelinhas' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/2010/03/parabens-senhor-clapton.html</link><author>noreply@blogger.com (Luciano Assis)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-3509384323746526516.post-2175737182740942310</guid><pubDate>Mon, 29 Mar 2010 15:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-29T22:06:36.492-03:00</atom:updated><title>Armando Nogueira (1927-2010)</title><description>&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/WD_TIT88I_M&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/WD_TIT88I_M&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que isso aqui é um blog de Cultura e comentários sobre a morte do grande Armando Nogueira, um homem tão ligado ao futebol, nesta segunda-feira aos 83 anos caberia melhor entre o pessoal do esporte. &lt;br /&gt;Mas Armando ia muito além dessas categorizações bestas que muitas vezes inventamos em jornais, revistas e livros. "Mestre Armando Nogueira", como era chamado pelas gerações posteriores via antes de tudo o futebol como arte. Seus textos eram ensaios sobre a superação humana frente às batalhas épicas travadas nas quatro linhas de algum estádio. Não à toa foi o responsável pela eterna definição dada a Mané Garrincha: "O anjo das pernas tortas". &lt;br /&gt;Lembro que durante a Copa de 1994, nos Estados Unidos, ele bateu duro na seleção de Carlos Alberto Parreira. Mesmo quando o time comandado por Dunga no meio campo foi campeão mundial, ele não voltou atrás. Para ele, mais que ser campeão, o que importava era a estética, a beleza visual rara aos jogadores brasileiros. Ser campeão era só um detalhe, que não fazia sentido sem a beleza.&lt;br /&gt;Outro momento belo de Armando foi quando ele comandava o Jornal Nacional, em 1989. Ele era um dos homens mais poderosos da Rede Globo, quando uma decisão interna da emissora pediu para que o debate entre os candidatos Lula e Fernando Collor fosse editado dando a entender que Collor havia ido muito bem. Era interesse da família  Marinho que o alagoano vencesse àquela eleição e o último debate seria decisivo. &lt;br /&gt;Armando pediu demissão no dia seguinte. &lt;br /&gt;O documentário acima se chama "Todos os Corações do Mundo" e foi lançado após a Copa de 1994. Todo o texto é do mestre que com certeza vai fazer muita falta aqui.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3509384323746526516-2175737182740942310?l=www.liberal.com.br%2Fblogs%2Fentrelinhas' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/2010/03/armando-nogueira-1927-2010.html</link><author>noreply@blogger.com (Luciano Assis)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-3509384323746526516.post-7754181834720581876</guid><pubDate>Thu, 25 Mar 2010 16:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-25T13:55:26.046-03:00</atom:updated><title>Conselho bom e de graça</title><description>&lt;a href="http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/uploaded_images/editora-abril-707763.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 140px;" src="http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/uploaded_images/editora-abril-707761.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito boa essa coleção que a editora Abril lançou em bancas de jornal. São 30 obras em 35 volumes (algumas são edições duplas)que fazem um apanhado de obras fundamentais da história da literatura mundial, do nosso Machado de Assis a escritores que marcaram os idiomas france, italiano, grego, espanhol e alemão. &lt;br /&gt;Algo que merece ser citado é a qualidades das traduções, algo que sempre ficou a dever em outras coleções como essas lançadas em bancas no passado. &lt;br /&gt;O titulo dedicado a William Shakeaspeare, por exemplo, tem tradução de Bárbara Heliodora, a maior especialista no bardo inglês que temos em terras brasileiras. Cada livro sai por R$ 14,90, um pechincha em se tratando de valores no livros.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3509384323746526516-7754181834720581876?l=www.liberal.com.br%2Fblogs%2Fentrelinhas' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/2010/03/conselho-bom-e-de-graca.html</link><author>noreply@blogger.com (Luciano Assis)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-3509384323746526516.post-8163018504879151605</guid><pubDate>Tue, 23 Mar 2010 18:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-23T17:54:08.874-03:00</atom:updated><title>Akira kurosawa - Cem Anos</title><description>&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zNqQXC8Tv8U&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/zNqQXC8Tv8U&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;Hoje é centenário de nascimento do cineasta japones Akira kurosawa, um dos mais importantes de todos os tempos. A cena inicial de "Os Sete Samurais" diz muito sobre a capacidade de expressar ideias através de imagens desse mestre do cinema mundial: Um velho samurai caminha por uma trilha quando chega a uma bifurcação na estrada. De um lado só vê estrada, do outro, vê um braço cortado. Ele ruma pelo lado do braço, pois sabe que lá vai conseguir emprego como "matador". kurosawa diz tudo usando apenas a câmera. É cinema puro!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3509384323746526516-8163018504879151605?l=www.liberal.com.br%2Fblogs%2Fentrelinhas' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/2010/03/akira-kurosawa-cem-anos.html</link><author>noreply@blogger.com (Luciano Assis)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-3509384323746526516.post-7110475815223897502</guid><pubDate>Tue, 23 Mar 2010 15:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-23T12:09:27.826-03:00</atom:updated><title>Notas de roda pé</title><description>&lt;a href="http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/uploaded_images/som-tres-716213.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 310px;" src="http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/uploaded_images/som-tres-716211.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt; É impressionante como a morte possui efeitos estranhos nos meios de comunicações e em nós mesmos, que continuamos aqui – por enquanto – assistindo a passagem (gosto dessa expressão) de quem se vai. &lt;br /&gt;Nas últimas semanas a música perdeu várias figuras importantes e a maneira com que essas perdas foram sendo divulgadas diz muito sobre o país e o mundo em que moramos. &lt;br /&gt;No dia 23 de fevereiro o tempo nos levou Sabá, contrabaixista que criou o grupo Som Três, que entre 1967 e 1970 tinha em sua formação César Camargo Mariano (piano), Toninho Pinheiro e o próprio Sabá. Quando Mariano começou a sair com Elis Regina, o grupo foi chamado para acompanhar a Pimentinha, mas Sabá e Toninho acharam melhor seguir com outros projetos, pois já tinham trabalhado com Elis na época do Fino da Bossa (1965-1966) e conheciam bem o gênio ruim da cantora quando o assunto era se estressar com músicos quando algo saía errado. &lt;br /&gt;Você leu algo sobre a morte de Sabá? Imagino que não, pois nenhum jornal deu sequer uma nota de roda pé. Foi como se ele não existisse. Tinha 83 anos e um currículo acompanhando uma legião de grandes nomes da MPB. &lt;br /&gt;Na quarta-feira outro mestre os deixou precocemente. O americano Alex Chilton teve um infarto aos 59 anos, calando uma das vozes mais coerentes do rock americano. &lt;br /&gt;Aos 16 anos ele formou a banda Box Tops, em 1967, um combo de soul e blues. Fizeram um enorme sucesso com a música “The Letter”, mas quando gravadoras e produtores começaram a se meter com a banda ele mandou todos às favas e foi seguir sozinho. &lt;br /&gt;Em 1972 formou o Big Star, uma das melhores bandas americanas dos anos 70, uma época maravilhosa para a música em todo o mundo. Comercialmente não deu certo, mas o quarteto deixou três obras primas gravadas que foram a base onde REM,  Wilco e tantos outros construíram  suas reputações. &lt;br /&gt;Nos últimos 30 anos, Chilton lavou pratos, foi mecânico e quando o tempo dava fazia shows. Preferia isso a vender-se ao sistema, esse ser tão disformes que nos engole a todos, menos os puros de coração, como Chilton. &lt;br /&gt;Era um dos meus heróis. Você ficou sabendo de sua morte? Imagino que não, pois os meios de comunicações são implacáveis aos que não brincam seu jogo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo José&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por falar em morte, estive na semana passada com o ator Paulo José, que aos 72 anos continua em plena atividade. Sofrendo do mal de Parkinson – que ele chama de Parkinson de diversão – ele respondeu a várias perguntas dos jornalistas sobre o assunto. Atencioso e carismático, ele não se importa de falar sobre a doença. Diz que trata-se de um condenação à morte, mas justifica: “Eu estou condenado à morte por essa doença, mas vocês também estão pelo simples fato de estarem vivos”. Gênio!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3509384323746526516-7110475815223897502?l=www.liberal.com.br%2Fblogs%2Fentrelinhas' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/2010/03/notas-de-roda-pe.html</link><author>noreply@blogger.com (Luciano Assis)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-3509384323746526516.post-4592518273829089078</guid><pubDate>Mon, 22 Mar 2010 19:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-22T16:12:44.255-03:00</atom:updated><title>Radiola 51</title><description>&lt;a href="http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/uploaded_images/alex-chilton-782875.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 222px;" src="http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/uploaded_images/alex-chilton-782870.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;O Radiola desta semana faz uma homenagem ao cantor, guitarrista e compositor Alex Chilton, um dos principais nomes do rock americano da década de 1970 e que morreu na última quarta-feira aos 59 anos. Mas não é só isso. O programa desta semana traz o mestre do blues BB King, que fez show no Brasil neste final de semana, além de músicas de Buddy MIles, Lobão, Garbage e um dos pioneiros do rap: Gil Scott Heron.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clássico da semana&lt;br /&gt;1 - BB King - "The Thrill is Gone"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bloco 1 (Banda lideradas por bateristas)&lt;br /&gt;1 - Buddy Miles - "The Way I Fell Tonight"&lt;br /&gt;2 - Garbage - "Silence is Golden"&lt;br /&gt;3 - Lobão - "Dilema"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bloco 2 (Homenagem a Alex Chilton)&lt;br /&gt;1 - Box Tops - "The Letter"&lt;br /&gt;2 - Big Star - "September Gurls"&lt;br /&gt;3 - The Cramps - "Surfing Bird"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lançamento&lt;br /&gt;1 - The Hotrats - "THe Crystal Ship" (disco: Turn Ons)&lt;br /&gt;2 - Gil Scott-Heron - "Me and the Devil" (disco: I'm New Here)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BG - Fela Kuti, músico nigeriano e criador do estilo afro beat.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Link:&lt;br /&gt;http://www.liberal.com.br/cadernos/podcast_ver.asp?c=02F0C950455&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3509384323746526516-4592518273829089078?l=www.liberal.com.br%2Fblogs%2Fentrelinhas' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/2010/03/radiola-51.html</link><author>noreply@blogger.com (Luciano Assis)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-3509384323746526516.post-5443235223839393222</guid><pubDate>Wed, 17 Mar 2010 14:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-17T11:22:38.158-03:00</atom:updated><title>O futuro é em 3D?</title><description>&lt;a href="http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/uploaded_images/cinema-3d-728163.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 270px;" src="http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/uploaded_images/cinema-3d-728161.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Existe toda uma movimentação em volta do cinema 3D que pode muito facilmente nos dar a impressão de que o futuro da sétima arte será inapelavelmente nesta direção. O sucesso de “Avatar” realmente abriu um caminho sem volta para a popularização do formato, mas isso naturalmente não será regra. &lt;br /&gt;Evidente que mudanças estão previstas para todas as artes, não vamos aqui fazer como os grandes nomes do cinema mudo que criticaram a chegada das falas aos filmes a partir do começo dos anos de 1930. Mas o domínio do cinema 3D esbarra numa questão muito simples: a terceira dimensão não funciona para todos os formatos. Ver uma experiência como “Avatar” tendo a impressão de estar dentro da cena é uma coisa, mas imagine ver um drama desta forma? &lt;br /&gt;Uma comparação mais simples e eficaz: Na última sexta-feira chegou aos cinemas o novo filme de Martin Scorsese, “Ilha do Medo”. A elegância narrativa de Scorsese morre em qualquer outro plano que não seja o que estamos acostumados. Daqui há um mês, veremos a estreia de Alice no País das Maravilhas”, de Tim Burton. Trata-se de um filme que estou esperando há anos e creio que o 3D é o formato perfeito para assisti-lo. Resumindo: O futuro terá espaço para todos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3509384323746526516-5443235223839393222?l=www.liberal.com.br%2Fblogs%2Fentrelinhas' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/2010/03/o-futuro-e-em-3d.html</link><author>noreply@blogger.com (Luciano Assis)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-3509384323746526516.post-7770128076700102208</guid><pubDate>Tue, 16 Mar 2010 17:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-16T15:08:47.234-03:00</atom:updated><title>Radiola 50</title><description>&lt;a href="http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/uploaded_images/jimi-hendrix-746900.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 278px;" src="http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/uploaded_images/jimi-hendrix-746895.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;Na última semana foi lançado em todo o mundo o disco "Valleys of Neptunes", um disco com várias canções inéditas de Jimi Hendrix, cuja morte completa 40 anos neste 2010. Além de duas faixas desse trabalho, esta edição do Radiola ainda destaca os novos trabalhos de Sá, Rodrix e Guarabyra, faz uma homenagem ao cantor, guitarrista e compositor Mark Linkous, que cometeu suicidio há poucos dias. The Smashing Pumpkins, Caetano Veloso, Patti Smith e Guns'n'Roses também estão no programa, cujo link está no final deste post.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clássico da Semana&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sociedade da Gra Ordem Kavernista - "Êta Vida" (1971)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bloco 1 (Bandas que perderam -quase- todos os integrantes)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - The Smashing Pumpkins - "Ava Dore"&lt;br /&gt;2 - The Cure - "A Night Like This"&lt;br /&gt;3 - Guns'n'Roses - "Used to Love Her"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bloco 2 (Suícidas)&lt;br /&gt;1 - Sparklehorses - "Little Girl" (Mark Linkous)&lt;br /&gt;2 - Caetano Veloso - "Cajuína" (Homenagem ao poeta Torquato Neto)&lt;br /&gt;3 - Patti Smith - "Smell Like Teen Spirit" (Homenagem a Kurt Cobain)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lançamentos 1&lt;br /&gt;1 - Pouca Vogal - "Além da Máscara" (Disco: Ao Vivo em Porto Alegre)&lt;br /&gt;2 - Sá, Rodrix e Guarabyra - "Caminho de São Tomé" (disco: Amanhã)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lançamento 2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jimi Hendrix - "Valleys of Neptunes" e "Bleeding Heart" (Disco: Valleys of Neptunes)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BG - Homenagem a Johnny Alf, falecido compositor precursor da bossa nova.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Link:&lt;br /&gt;http://www.liberal.com.br/cadernos/podcast_ver.asp?c=02F0C950455&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3509384323746526516-7770128076700102208?l=www.liberal.com.br%2Fblogs%2Fentrelinhas' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/2010/03/radiola-50.html</link><author>noreply@blogger.com (Luciano Assis)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-3509384323746526516.post-857142667192059379</guid><pubDate>Mon, 15 Mar 2010 15:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-15T12:25:45.945-03:00</atom:updated><title>Aceita-se doação...</title><description>&lt;a href="http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/uploaded_images/caixa-miles-723801.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 226px;" src="http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/uploaded_images/caixa-miles-723761.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você é leitor deste blog e por acaso ganhar na Mega Sena nos próximos dias aceito como presente esse box set com 70 (!) Cds com todo o material que o jazzista Miles Davis gravou para a Columbia entre os anos de 1950 e 1990. Poucos músicos na história conseguiram transformar a música popular numa manifestação tão grandiosa de arte. Outro feito de Miles que jamais será alcançado é o fato dele ter revolucionado um mesmo estilo musical por quatro vezes. &lt;br /&gt;Na década de 40 participou ativamente  - apesar de não liderar - na fundação do be bop. Dez anos depois criou o Cool jazz com a obra prima "Kind of Blue". Nos 60, deu as bases para o jazz fusion e nos 80 abriu caminhos para o jazz rap e o trip hop.&lt;br /&gt;Era um mistérios até para os fãs, pois ninguém nunca sabia para que lado iria no minuto seguinte. Talvez por ser boxeador na juventude, sabia que para sobreviver era necessário surpreender os adversários e atacá-los por onde menos esperavam.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3509384323746526516-857142667192059379?l=www.liberal.com.br%2Fblogs%2Fentrelinhas' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/2010/03/aceita-se-doacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Luciano Assis)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-3509384323746526516.post-2719202683793845877</guid><pubDate>Fri, 12 Mar 2010 14:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-12T12:20:34.834-03:00</atom:updated><title>Glauco</title><description>&lt;a href="http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/uploaded_images/glauco-ultima-tira-711178.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 100px;" src="http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/uploaded_images/glauco-ultima-tira-711176.gif" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cartunista Glauco morreu da maneira mais estúpida que alguém pode morrer. Foi assassinado junto com o filho, de 25 anos, em um assalto à sua casa na cidade de Osasco. Não tenho nenhum comentário a fazer sobre o assunto, a não ser que fiquei chocado com a violência da morte.&lt;br /&gt;Já sobre o cartunista tenho muitos comentários. Cresci lendo seus quadrinhos, assim como os de Angeli e Laerte. Dos três era o que eu menos admirava, mas adorava sua anarquia que não poupava nada, nem ninguém. Ele não tinha o texto afiado de Angeli, nem o traço poético do Laerte, mas tinha uma linguagem mais que direta, popular, suja.&lt;br /&gt;Geraldão, o menino com complexo de édipo que sonhava "pegar a mãe" é um simbolo do humor da abertura política. O Brasil dava tchau a anos e anos de ditadura militar, então os humoristas perdiam a obrigação de usarem o humor como arma política. Nascia um novo tempo, mais aberto e sem amarras.&lt;br /&gt;Que a violência que acometeu Glauco e sua família não nos tire mais pessoas tão boas que viveu de nos dar alegria, transformando em piadas as tragédias diárias desses país.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3509384323746526516-2719202683793845877?l=www.liberal.com.br%2Fblogs%2Fentrelinhas' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.liberal.com.br/blogs/entrelinhas/2010/03/glauco.html</link><author>noreply@blogger.com (Luciano Assis)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>