A polêmica da ‘mão do imperador’
Em vez de “la mano de dios”, foi “a mão do imperador” o fator de desequilíbrio do clássico São Paulo x Palmeiras, domingo, no Morumbi, pela semifinal do Paulistão 2008. Todos os fatores levam a essa interpretação. O gol irregular de Adriano, logo aos 11min de jogo, mudou todo o panorama da partida. Por ter sido com a mão, mexeu ainda mais com os nervos palmeirenses. Tudo isso é fato.
Mas só isso – se é que da para dizer “só” para tudo isso – não é argumento suficiente para justificar o mau futebol do Palmeiras no clássico. Valdívia não jogou. Kleber não foi nem sombra do atacante decisivo do polêmico clássico da fase de classificação, em Ribeirão Preto. Gustavo então... Bom, esse nem é preciso dizer muita coisa. Sentiu, e muito, o peso da semifinal.
Além disso, o São Paulo não teve “só” o gol de mão. Teve também uma postura mais agressiva (no bom sentido da palavra) na marcação. Zé Luís, por exemplo, anulou o 10 chileno do Palmeiras. Hernanes, então, foi um monstro em campo. Some-se a isso o bom retorno de Alex Silva e, pelo menos, duas boas defesas de Rogério Ceni. O resultado só poderia ser a vitória do Tricolor.
A situação é reversível, desde que o Palmeiras volte a jogar o futebol das últimas rodadas da fase de classificação. E o que garantiu a sobrevida palmeirense foi o gol de pênalti de Alex Mineiro. Gol que dá esperança ao Palmeiras e que evita que o São Paulo entre exageradamente desatento à partida decisiva. Promessa, então, de mais um grande jogo.
Outro detalhe da primeira semifinal foi a péssima arbitragem de Paulo César de Oliveira e sua dupla de assistentes. PC errou feio ao validar o gol de Adriano (mal assessorado pela bandeirinha, que estava ali justamente para fiscalizar lances como aquele), ao dar o cartão amarelo a Richarlyson (foi rigoroso demais) e ao não expulsar Pierre. Foi mal tanto técnica como disciplinarmente. E, como prêmio, pode apitar a final do Paulistão. Ridícula decisão da FPF.
Quanto à outra semifinal, a Ponte fez o básico. Venceu em casa e por 1 a 0 o Guará. Pode parecer pouco, mas deve ser o suficiente. O surpreendente Guará neste Paulistão tem jogado melhor fora do que dentro de casa. E, caso isso se repita no sábado, crescem as chances da Macaca chegar à decisão. E você torcer? Acredita que o São Paulo já se garantiu ou o Palmeiras ainda pode reverter o quadro? E na semifinal caipira o que dá? Opine.
Mas só isso – se é que da para dizer “só” para tudo isso – não é argumento suficiente para justificar o mau futebol do Palmeiras no clássico. Valdívia não jogou. Kleber não foi nem sombra do atacante decisivo do polêmico clássico da fase de classificação, em Ribeirão Preto. Gustavo então... Bom, esse nem é preciso dizer muita coisa. Sentiu, e muito, o peso da semifinal.
Além disso, o São Paulo não teve “só” o gol de mão. Teve também uma postura mais agressiva (no bom sentido da palavra) na marcação. Zé Luís, por exemplo, anulou o 10 chileno do Palmeiras. Hernanes, então, foi um monstro em campo. Some-se a isso o bom retorno de Alex Silva e, pelo menos, duas boas defesas de Rogério Ceni. O resultado só poderia ser a vitória do Tricolor.
A situação é reversível, desde que o Palmeiras volte a jogar o futebol das últimas rodadas da fase de classificação. E o que garantiu a sobrevida palmeirense foi o gol de pênalti de Alex Mineiro. Gol que dá esperança ao Palmeiras e que evita que o São Paulo entre exageradamente desatento à partida decisiva. Promessa, então, de mais um grande jogo.
Outro detalhe da primeira semifinal foi a péssima arbitragem de Paulo César de Oliveira e sua dupla de assistentes. PC errou feio ao validar o gol de Adriano (mal assessorado pela bandeirinha, que estava ali justamente para fiscalizar lances como aquele), ao dar o cartão amarelo a Richarlyson (foi rigoroso demais) e ao não expulsar Pierre. Foi mal tanto técnica como disciplinarmente. E, como prêmio, pode apitar a final do Paulistão. Ridícula decisão da FPF.
Quanto à outra semifinal, a Ponte fez o básico. Venceu em casa e por 1 a 0 o Guará. Pode parecer pouco, mas deve ser o suficiente. O surpreendente Guará neste Paulistão tem jogado melhor fora do que dentro de casa. E, caso isso se repita no sábado, crescem as chances da Macaca chegar à decisão. E você torcer? Acredita que o São Paulo já se garantiu ou o Palmeiras ainda pode reverter o quadro? E na semifinal caipira o que dá? Opine.
Marcadores: Adriano, clássico, imperador, Palmeiras, São Paulo









