Luxemburgo por Muricy. A troca perfeita
O que mais tem por aí nas últimas horas é comentarista tentando explicar porque Palmeiras e São Paulo foram eliminados nas quartas de final da Libertadores. Simples. Foram eliminados por terem sido menos competentes que seus adversários. O Palmeiras levou um gol - que não podia levar - em seus domínios e pagou caro por isso. O São Paulo foi apático contra um Cruzeiro guerreiro. Também pagou o preço.
Mas nem estou muito disposto a falar sobre o apático Keirrison ou sobre o inconstante Washington, figuras que poderia representar bem as frustradas campanhas dos rivais paulistas na principal competição sul-americana. Não que mereça levar toda a culpa - afinal de contas, ganham todos e perdem todos - mas, cá entre nós, onde foi parar o Washington que importunava as defesas (a do São Paulo que o diga) em 2008?
Pior ainda a situação de Keirrison, que chegou a São Paulo com fama de goleador, que comprovou-se contra times pequenos, e agora luta para afastar a pecha de se esconder em grandes jogos e decisões. Para quem duvida, veja o VT da partida contra o Nacional, no Uruguai. O tal K9 passou o jogo inteiro se escondendo da bola. Nos minutos finais, quando deveria estar na área, estava na linha lateral, perto do meio-de-campo, como que correndo da redonda.
Bom, mas não é isso que importa. Na verdade, em vez de buscar explicações para os fracassos, tenho é uma sugestão a dar. Que tal os clubes trocarem de técnico? Mas trocar mesmo, um com o outro. Afinal de contas, a torcida do Palmeiras tem colocado na conta de Vanderlei Luxemburgo a maior parte da responsabilidade pelo fiasco na Libertadores, assim como a do São Paulo tem atribuído a Muricy Ramalho boa parte da culpa pela queda nas quartas de final.
Simples assim. Luxa, com seu estilo requintado de terno e gravata, no Tricolor. Muricy, e seu jeitão italianão gesticulador e mal humorado, no Verdão. Seria uma maneira de mexer com os elencos e com o mercado da bola. E acalmaria os ânimos exaltados dos torcedores que tanto pedem por mudanças. Se isso é possível? Duvido. Até porque o Palmeiras já gastou demais com Luxemburgo para dar o braço a torcer e admitir que fez besteira ao contratar um técnico tão caro para ganhar só um Paulistão. E no São Paulo, Juvenal Juvêncio continua sendo um dos mais centrados dirigentes do mundo da bola e sabe que, igual ou melhor que Muricy, não há ninguém disponível no mercado.
Mas nem estou muito disposto a falar sobre o apático Keirrison ou sobre o inconstante Washington, figuras que poderia representar bem as frustradas campanhas dos rivais paulistas na principal competição sul-americana. Não que mereça levar toda a culpa - afinal de contas, ganham todos e perdem todos - mas, cá entre nós, onde foi parar o Washington que importunava as defesas (a do São Paulo que o diga) em 2008?
Pior ainda a situação de Keirrison, que chegou a São Paulo com fama de goleador, que comprovou-se contra times pequenos, e agora luta para afastar a pecha de se esconder em grandes jogos e decisões. Para quem duvida, veja o VT da partida contra o Nacional, no Uruguai. O tal K9 passou o jogo inteiro se escondendo da bola. Nos minutos finais, quando deveria estar na área, estava na linha lateral, perto do meio-de-campo, como que correndo da redonda.
Bom, mas não é isso que importa. Na verdade, em vez de buscar explicações para os fracassos, tenho é uma sugestão a dar. Que tal os clubes trocarem de técnico? Mas trocar mesmo, um com o outro. Afinal de contas, a torcida do Palmeiras tem colocado na conta de Vanderlei Luxemburgo a maior parte da responsabilidade pelo fiasco na Libertadores, assim como a do São Paulo tem atribuído a Muricy Ramalho boa parte da culpa pela queda nas quartas de final.
Simples assim. Luxa, com seu estilo requintado de terno e gravata, no Tricolor. Muricy, e seu jeitão italianão gesticulador e mal humorado, no Verdão. Seria uma maneira de mexer com os elencos e com o mercado da bola. E acalmaria os ânimos exaltados dos torcedores que tanto pedem por mudanças. Se isso é possível? Duvido. Até porque o Palmeiras já gastou demais com Luxemburgo para dar o braço a torcer e admitir que fez besteira ao contratar um técnico tão caro para ganhar só um Paulistão. E no São Paulo, Juvenal Juvêncio continua sendo um dos mais centrados dirigentes do mundo da bola e sabe que, igual ou melhor que Muricy, não há ninguém disponível no mercado.
Marcadores: Libertadores, Luxemburgo, Muricy, Palmeiras, São Paulo









