Vitória dos talentos individuais
Não gosto do estilo de trabalho do técnico Dunga. Vejo uma Seleção Brasileira que vence muito mais em razão da qualidade individual do que propriamente pelo jogo coletivo. Pior, vejo um time tão irregular que é capaz de bater facilmente a Itália, mas sofre para passar por Egito, África do Sul e até pelos Estados Unidos. Mas passa, dirão aqueles mais afoitos.
E os resultados hoje, de fato, não me deixam pedir a saída de Dunga. Embora, com sinceridade, não consiga ter tanta confiança assim na seleção canarinho. Ainda tenho minhas desconfianças quanto ao titular - e até ao reserva da lateral-esquerda -, à presença de Gilberto Silva no meio-de-campo titular e, hoje, até à de Robinho entre os 11. Na Copa das Confederações, por exemplo, Robinho apareceu mais na hora da comemoração dos gols do que efetivamente no momento de ajudar a fazê-los.
Além disso, ainda existem outras figuras na lista de Dunga que, sinceramente, não consigo entender. Não que sejam maus jogadores, longe disso. Mas Josué, Elano e Luisão, por exemplo, são bem comuns. Nada de espetacular. Nada de seleção. Além disso, não se vê o Brasil usar uma jogada ensaiada sequer. A não ser, é claro, as bolas alçadas à área adversárias em cobranças de falta. O que é bem pouco.
Mas, tudo bem. Dunga também tem méritos. Por exemplo, apostou em Luís Fabiano, um cara que tem se tornado essencial para o time brasileiro. A 9 é dele e ninguém tasca. Além disso, o time de Dunga é líder das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa de 2010 e, de quebra, levantou o tricampeonato da Copa das Confederações. Ponto para o ranzinza gaúcho, que mesmo nas vitórias continua sendo quase que intragável nas entrevistas. Imagine se ganhar algo que, de fato, seja relevante. Como a Copa do Mundo, por exemplo.
E os resultados hoje, de fato, não me deixam pedir a saída de Dunga. Embora, com sinceridade, não consiga ter tanta confiança assim na seleção canarinho. Ainda tenho minhas desconfianças quanto ao titular - e até ao reserva da lateral-esquerda -, à presença de Gilberto Silva no meio-de-campo titular e, hoje, até à de Robinho entre os 11. Na Copa das Confederações, por exemplo, Robinho apareceu mais na hora da comemoração dos gols do que efetivamente no momento de ajudar a fazê-los.
Além disso, ainda existem outras figuras na lista de Dunga que, sinceramente, não consigo entender. Não que sejam maus jogadores, longe disso. Mas Josué, Elano e Luisão, por exemplo, são bem comuns. Nada de espetacular. Nada de seleção. Além disso, não se vê o Brasil usar uma jogada ensaiada sequer. A não ser, é claro, as bolas alçadas à área adversárias em cobranças de falta. O que é bem pouco.
Mas, tudo bem. Dunga também tem méritos. Por exemplo, apostou em Luís Fabiano, um cara que tem se tornado essencial para o time brasileiro. A 9 é dele e ninguém tasca. Além disso, o time de Dunga é líder das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa de 2010 e, de quebra, levantou o tricampeonato da Copa das Confederações. Ponto para o ranzinza gaúcho, que mesmo nas vitórias continua sendo quase que intragável nas entrevistas. Imagine se ganhar algo que, de fato, seja relevante. Como a Copa do Mundo, por exemplo.










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