E viva o orgulho de ser argentino!
Esse vídeo que consegui na Internet é uma ode ao futebol argentino. Feito por um dos patrocinadores da seleção, é digno de se investir alguns minutos. De quebra, reproduzo – para quem quiser acompanhar o filme publicitário – a tradução da poesia dedicada a “los hermanos” que, rivalidade à parte, esbanjam uma raça invejável em campo, sem diminuir seu talento.
“Bendito seja o mundial com que sonhamos.
Bendito cada nome que foi designado.
Benditos os garotos que sempre revelamos.
O peso da história, o respeito conquistado.
Malditas sejam as lembranças dolorosas.
Maldita a impotência, a injustiça que vivemos.
O “voltarmos para casa cada um por seu caminho”.
As finais sem jogar e ficarmos pelo caminho.
Bendita a anestesia geral às dores.
A tristeza, que curamos com abraços
As gargantas que se rompem pelos gols.
O “nos sentirmos os melhores” por um instante.
Malditos os sorteios e os grupos da morte.
Os controles propositais que definiram nossa sorte.
Malditos os mesquinhos que jogam sem poesia.
Os que batem, os que invejam, os que quebram e machucam.
Bendito seja o orgulho com que entramos em campo.
O campo de várzea e a bola não se mancham.
A TV que repete o drible.
Estufar as redes dos outros, estufar o peito dos nossos.
Merecer a camisa.
Os turistas, os repórteres, os patrocinadores, os amigos, o hino e as mulheres assistindo os jogos.
Benditas as mandingas que dão resultado.
As risadas e o choro que guardaremos tanto.
E bendito esse momento que nos dá o futebol.
De poder mudar nosso destino.
E sentir outra vez e na frente do mundo toda a glória e a maravilha de ser argentino.”
“Bendito seja o mundial com que sonhamos.
Bendito cada nome que foi designado.
Benditos os garotos que sempre revelamos.
O peso da história, o respeito conquistado.
Malditas sejam as lembranças dolorosas.
Maldita a impotência, a injustiça que vivemos.
O “voltarmos para casa cada um por seu caminho”.
As finais sem jogar e ficarmos pelo caminho.
Bendita a anestesia geral às dores.
A tristeza, que curamos com abraços
As gargantas que se rompem pelos gols.
O “nos sentirmos os melhores” por um instante.
Malditos os sorteios e os grupos da morte.
Os controles propositais que definiram nossa sorte.
Malditos os mesquinhos que jogam sem poesia.
Os que batem, os que invejam, os que quebram e machucam.
Bendito seja o orgulho com que entramos em campo.
O campo de várzea e a bola não se mancham.
A TV que repete o drible.
Estufar as redes dos outros, estufar o peito dos nossos.
Merecer a camisa.
Os turistas, os repórteres, os patrocinadores, os amigos, o hino e as mulheres assistindo os jogos.
Benditas as mandingas que dão resultado.
As risadas e o choro que guardaremos tanto.
E bendito esse momento que nos dá o futebol.
De poder mudar nosso destino.
E sentir outra vez e na frente do mundo toda a glória e a maravilha de ser argentino.”










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