Concordo com o presidente Lula
Depois de 14 dias de muita expectativa e poucos ouros, o sonho olímpico chega ao fim. E no Brasil, é claro, é hora de análise. Entre a do COB (Comitê Olímpico Brasileiro), que qualificou a participação brasileira como uma das melhores, e a do presidente Lula, que definiu-a como apenas razoável, fico com a segunda. Até porque muitos atletas dos quais se esperava pódio – e até o ouro – fracassaram, frustrando a esperança que alimentaram no torcedor brasileiro. E os exemplos são fartos. Diego Hypólito, por exemplo, chegou a Pequim com o status da medalha de ouro no Mundial de Ginástica. Na China, tombo e choro.
Jade Barbosa também era apontada como candidata ao pódio. Resultado: tombo e choro. Daiane dos Santos então conseguiu a proeza de frustrar as esperanças brasileiras pela segunda vez consecutiva. Assim como em Atenas-2004, foi além. Além da linha limite. Só não chorou.
No vôlei masculino, o time que sem Ricardinho mostrou força e venceu o Pan-Americano – que, por sinal, foi bem meia boca – e caiu feio nas finais da Liga Mundial, até que foi longe. Mas, no fim, mostrou que hoje já não é aquela força toda que dominou os últimos anos nas quadras mundiais. Na final contra os norte-americanos foi previsível e sem vibração. A prata foi um prêmio bom até demais.
No futebol, então, quanto fiasco. Primeiro com o time masculino. A derrota para a Argentina foi cruel demais, mas absolutamente justa. No feminino, ao contrário do que alguns defendem, a derrota para os Estados Unidos não foi menos justa. Até porque não adianta ser superior o tempo todo e não marcar. As norte-americanas foram bem mais eficientes e, é claro, foram premiadas por isso. Até porque bola na trave e escanteio só dão vitória a alguém em torneio início. O que vale, amigo, é bola na rede.
Também não vieram os ouros que se esperava do vôlei de praia (tanto masculino como feminino) e de Thiago Pereira, até então o número 1 do Brasil na modalidade. Bom, a partir de agora serão quatro anos para se preparar para Londres-2012 e quem sabe começar a mudar essa história lá. Se bem que é difícil acreditar nisso diante do atual quadro.
Jade Barbosa também era apontada como candidata ao pódio. Resultado: tombo e choro. Daiane dos Santos então conseguiu a proeza de frustrar as esperanças brasileiras pela segunda vez consecutiva. Assim como em Atenas-2004, foi além. Além da linha limite. Só não chorou.
No vôlei masculino, o time que sem Ricardinho mostrou força e venceu o Pan-Americano – que, por sinal, foi bem meia boca – e caiu feio nas finais da Liga Mundial, até que foi longe. Mas, no fim, mostrou que hoje já não é aquela força toda que dominou os últimos anos nas quadras mundiais. Na final contra os norte-americanos foi previsível e sem vibração. A prata foi um prêmio bom até demais.
No futebol, então, quanto fiasco. Primeiro com o time masculino. A derrota para a Argentina foi cruel demais, mas absolutamente justa. No feminino, ao contrário do que alguns defendem, a derrota para os Estados Unidos não foi menos justa. Até porque não adianta ser superior o tempo todo e não marcar. As norte-americanas foram bem mais eficientes e, é claro, foram premiadas por isso. Até porque bola na trave e escanteio só dão vitória a alguém em torneio início. O que vale, amigo, é bola na rede.
Também não vieram os ouros que se esperava do vôlei de praia (tanto masculino como feminino) e de Thiago Pereira, até então o número 1 do Brasil na modalidade. Bom, a partir de agora serão quatro anos para se preparar para Londres-2012 e quem sabe começar a mudar essa história lá. Se bem que é difícil acreditar nisso diante do atual quadro.










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