Se bater pode, reclamar também vale
Joel Santana mandou bater. Pregou violência. Foi flagrado pelas câmeras de TV num ato que merece repúdio. Chega a ser nojento partindo de alguém que, por estar envolvido com o esporte, tinha obrigação de caminhar no sentido contrário. Deveria defender a alegria do drible e do futebol arte, que, lamentavelmente, preferiu chamar de “palhaçada”. Para o STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva), porém, Joel não merece punição. Afinal de contas, os jogadores nem ouviram o que ele disse - foi a versão sustentada pelo depoimento do meia Roger. Tomara, a benevolência do STJD seja estendida a Muricy Ramalho que, ao contrário de Joel, não defendeu violência, apenas manifestou – de forma prevista constitucionalmente – seu ponto de vista. E que não pese contra Muricy o fato de ser treinador de um clube paulista.










1 Comentários:
Felizmente, Muricy não foi punido. Senão seria uma vergonha. Vamos São Paulo, vamos ser campeão!
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