A Universidade de Wolverhampton, no Reino Unido, listou as dez piadas mais antigas do planeta. Dá para imaginar que a anedota mais velha do mundo data o ano de 1900 a. C ? A piada surgiu entre os sumérios, que viveram no que é hoje o sul do Iraque, e diz: "algo que nunca aconteceu desde o começo dos tempos: uma mulher nunca soltou um pum no colo do marido". Este é o primeiro lugar da lista de dez piadas mais antigas do mundo, publicada pela universidade de Wolverhampton (Reino Unido) nesta quinta-feira (31). Uma piada de 1600 a.C sobre um faraó, o rei Snofru, vem em segundo lugar: "como entreter um faraó entediado? Coloque um navio cheio de mulheres vestidas somente com redes de pesca e diga ao faraó que pegue um peixe". Já a piada britânica mais antiga do mundo data do século 10 e revela o lado obsceno dos anglo-saxões: "o que é que fica pendurado nas coxas de um homem e quer entrar em um buraco no qual já entrou antes? Resposta: uma chave". O estudo foi patrocinado pelo canal de TV Dave. As 10 piadas mais antigas do mundo podem ser vistas no site www.dave-tv.co.uk. Você curte contar piadas? Conte aqui uma pra gente, então!
Ao editar a reportagem do jornalista Luciano Assis para o Teen+ sobre o “Almanaque Anos 90”, escrito pelo jornalista Silvio Essinger, bateu uma baita vontade de ler esse livro de memórias e lembranças e recordar tudo aquilo que fez parte da adolescência da minha geração. Foram nos anos 90 que o Brasil e ao mundo ganhou a MTV, o pagode, o axé, o sertanejo, a informática superdesenvolvida, o Nirvana, o Chico Science, a Família Dinossauro, o Tetra Campeonato Mundial de Futebol e mudanças de comportamento mais rápidas de todos os tempos! Começamos a década usando máquina de escrever, ouvindo discos de vinil, escrevendo cartas e terminamos na frente de computadores e baixando músicas na Internet.
Para a reportagem, Silvio comentou ainda que impõe dois acontecimentos marcantes como o início e o fim dos anos 90. “É curioso, mas os dois (acontecimentos) se deram fora da década. O início dos anos 90 aconteceu com a queda do Muro de Berlim, em 1989. Foi quando o mundo se abriu em vários sentidos, tanto político quanto cultural. O final foi o 11 de setembro de 2001. Ali, o mundo voltou a se fechar em muitos sentidos e houve uma solidificação da Era Bush”, destacou o escritor. Dez momentos da década de 90
1 – Morre o cantor Cazuza (1990) 2 – O Nirvana lança o disco “Nevermind” (1991) 3 – É lançada a MTV no Brasil (1991) 4 – Daniela Mercury vira a cantora mais bem sucedida do Brasil (1992). 5 – A música sertaneja estoura em todo o Brasil com duplas como Leandro e Leonardo (1993) 6 – Morre Airton Senna em um acidente na Itália (1994) 7 – O Brasil é tetra campeão Mundial de futebol (1994) 8 – O grupo Mamonas Assassinas estoura nacionalmente e seus integrantes morrem no prazo de menos de um ano em um acidente aéreo (1995/1996) 9 – O pagode e o axé do grupo É o Tchan ganham as rádios de todo Brasil (1996) 10 – Renato Russo morre de Aids e Chico Science em um acidente (1997) 10 – Nasce o Napster, que permite as pessoas baixarem música pela Internet (1999).
A colaboradora do Teen+, Nicole Prestes, estréia hoje como nossa blogueira. E para começar bem, Nicole posta aqui uma crítica sobre o rock, movimento sessentão que está em semana comemorativa. Confira! Assisti há alguns dias, um programa da TV Cultura, do qual não me recordo o nome, que falava sobre o futuro do país na mão dos jovens. Desliguei a TV e fiquei pensando, se o futuro do paísl é preocupante, imaginem o futuro da cena independente? Certo, sou obrigada a concordar que toda a cena cresceu (e muito) dos últimos 12 anos. Cresceu no sentido de aumentar, não de evoluir.
Agora vocês me perguntam, em quais aspectos evoluiu e quais não? Evoluíram na popularização das bandas, casas de shows e comércio independente. Mas isso só aconteceu graças a nossa querida internet. Vejo que falta, hoje em dia, fidelidade e que sobra comodismo. Antigamente não importava se o show era perto ou longe, não importava se iater que ir a pé ou esperar até o primeiro ônibus da manhã para voltar, não importava se gostava da banda ou não, a galera ia, ia pelo rolê, ia porque realmente era do rock, ia porque era ali que queria e gostava de estar.
Hoje em dia se o show é muito longe a molecada só vai se arrumar carona, caso contrário arruma outra balada qualquer mais perto. Se gostar da banda, pensa um pouco: “ah, mês que vem alguém trás eles para tocar por aqui perto”. Quantos fanzines vocês vêem sendo distribuídos nos shows e quantos sites contendo o mesmo assunto vocês vêem na internet? É fácil você sentar na frente do computador digitar no google o nome da banda e, em instantes, ficar sabendo sobre a banda ou baixar a discografia completa. Antigamente para você conhecer uma banda era indo no show, trocando idéias, lendo zines e comprando vinis? Realmente, eu como uma garota da “geração domesticada”, nascida em plenos anos 90, não posso negar que usufruo de toda a praticidade do nosso mundo moderno, mas não me acho inapropriada para estar dizendo tudo isso, se fosse com certeza não me interessaria em escrever aqui. Não sou contra a internet, muito pelo contrário, acho que a internet nos ajuda imensamente, mas com ela veio o comodismo. E a magia do rock acabou e é isso que não podemos deixar acontecer, isso que temos que resgatar. Outra coisa que eu penso: o que vamos mostrar para nossos filhos e dizer “olha filho era isso que eu escutava quando tinha sua idade”? Sendo que nosso computadores não vão durar a vida inteira e que nada substitui o prazer de ganhar um CD ou um vinil. Nunca vou esquecer o dia em que ganhei meu primeiro (e admito, único) vinil, era o "London Calling" do Clash, infelizmente não tenho até hoje, mas tenho o CD que guardo com muito carinho, para um dia poder mostrar ao meu filho, o rock. Espero profundamente que daqui 12 anos, ainda veja zines circulando, a galera comprando CD’s e contando que não se colocaram barreiras para estarem em shows. E que um dia vou poder dizer orgulhosamente que me enganei sobre o duvidoso futuro do nosso tão amado rock!
O negócio é o seguinte: escrever tem efeito terapêutico. O desabafo virtual, via blog, acalma a mente perturbada por conflitos. Bem, pelo menos é o que apontou uma pesquisa promovida pela AOL com 600 blogueiros e divulgada pela agência EFE.
Para 31% dos entrevistados, escrever para um blog substitui o psicólogo. Portanto, que tal começar a praticar a blogterapia por aqui? Estamos convocando blogueiros para escrever para o Blog-se! Os interessados devem entrar em contato pelo e-mail: teen@liberal.com.br.
Com a “lei seca” na parada, quem for pego guiando sob a influência de bebida estará cometendo uma infração gravíssima, poderá perder a carta por um ano e terá que pagar multa de quase mil reais. Se estiver guiando com concentração de álcool mais elevada (superior a 0,6 dg por litro de sangue, valor até então tolerado pela lei antiga), poderá ser preso. E, se provocar algum tipo de acidente, poderá pegar uma pena ainda mais pesada - já que o juiz poderá enxergar intenção em seu comportamento. Duro, não? Mas essa rigidez tem seus motivos. Vários estudos mostram que a situação nas grandes cidades e estradas do país é dramática. Quase a metade dos acidentes que acontecem são provocados após o consumo de bebida. O autocontrole e a responsabilidade talvez eliminassem a necessidade de uma fiscalização rígida para a maior parte da população. Infelizmente, não é bem isso que acontece. Toda vez que a gente fala em mudança de hábito e de comportamento sabemos que é um processo lento, gradual, e que, em geral, é desencadeado por um fator externo. Por exemplo, as pessoas só passaram a usar cinto de segurança de forma regular depois de uma lei federal e de uma grande campanha de informação. Você acredita que uma mudança no perfil dos acidentes causados pelo álcool iria ser alcançada sem uma rigidez maior na lei e um maior controle por parte das autoridades? Honestamente, acho que não. Qual é a sua opinião? Poste aqui!
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