Intolerância necessária?
Com a “lei seca” na parada, quem for pego guiando sob a influência de bebida estará cometendo uma infração gravíssima, poderá perder a carta por um ano e terá que pagar multa de quase mil reais.
Se estiver guiando com concentração de álcool mais elevada (superior a 0,6 dg por litro de sangue, valor até então tolerado pela lei antiga), poderá ser preso. E, se provocar algum tipo de acidente, poderá pegar uma pena ainda mais pesada - já que o juiz poderá enxergar intenção em seu comportamento.
Duro, não? Mas essa rigidez tem seus motivos. Vários estudos mostram que a situação nas grandes cidades e estradas do país é dramática. Quase a metade dos acidentes que acontecem são provocados após o consumo de bebida.
O autocontrole e a responsabilidade talvez eliminassem a necessidade de uma fiscalização rígida para a maior parte da população. Infelizmente, não é bem isso que acontece. Toda vez que a gente fala em mudança de hábito e de comportamento sabemos que é um processo lento, gradual, e que, em geral, é desencadeado por um fator externo. Por exemplo, as pessoas só passaram a usar cinto de segurança de forma regular depois de uma lei federal e de uma grande campanha de informação.
Você acredita que uma mudança no perfil dos acidentes causados pelo álcool iria ser alcançada sem uma rigidez maior na lei e um maior controle por parte das autoridades? Honestamente, acho que não. Qual é a sua opinião? Poste aqui!
Se estiver guiando com concentração de álcool mais elevada (superior a 0,6 dg por litro de sangue, valor até então tolerado pela lei antiga), poderá ser preso. E, se provocar algum tipo de acidente, poderá pegar uma pena ainda mais pesada - já que o juiz poderá enxergar intenção em seu comportamento.
Duro, não? Mas essa rigidez tem seus motivos. Vários estudos mostram que a situação nas grandes cidades e estradas do país é dramática. Quase a metade dos acidentes que acontecem são provocados após o consumo de bebida.
O autocontrole e a responsabilidade talvez eliminassem a necessidade de uma fiscalização rígida para a maior parte da população. Infelizmente, não é bem isso que acontece. Toda vez que a gente fala em mudança de hábito e de comportamento sabemos que é um processo lento, gradual, e que, em geral, é desencadeado por um fator externo. Por exemplo, as pessoas só passaram a usar cinto de segurança de forma regular depois de uma lei federal e de uma grande campanha de informação.
Você acredita que uma mudança no perfil dos acidentes causados pelo álcool iria ser alcançada sem uma rigidez maior na lei e um maior controle por parte das autoridades? Honestamente, acho que não. Qual é a sua opinião? Poste aqui!












1 Comentários:
Por um lado acho que até daria certo sim essa idéia.Mais pelo que ando vendo na Tv,os acidentes no carnal por exemplo continuaram no mesmo nivél de ano de 2008.
Eu acho que eles estão dando muita ênfase ao assunto(apesar do Brasil ser um dos campeões de morte e acidentes de trânsito no mundo)eles deveriam prender deputados que roubam sem parar,pedófilos,traficantes,Agora o plano deles para acabar com acidentes de trânsito é prender quem estiver dirigindo "Alcóolizado"?
e superlotar as cadeias um pouco mais.
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