3.10.08

Nosso Rosh Hashaná

Não sou judia, nem tenho sangue judaico. Mas admiro bastante a cultura judaica. Nesta semana, os judeus comemoraram o Rosh Hashaná (Rosh = cabeça; Shaná = mudança).

A festa nos convida a mudar o que está dentro de nossas cabeças, repensar nossas atitudes, como estamos nos tratando, se nos respeitamos física e moralmente, para depois pensarmos nos nossos familiares, amigos, país e acima de tudo, rever nosso relacionamento com Deus.

Tudo o que se faz durante essa época, acredita-se, tem algum reflexo no decorrer do ano. Tal crença me fez pensar nas eleições. De certa forma, vamos às urnas neste domingo para determinar um novo período, que ao contrário do Rosh Hashaná, terá reflexo no decorrer de quatro anos.

Desculpe-me, mas se faz necessário o clichê: precisamos pensar bem em quem vamos votar para nos representar no poder. Vamos ficar atentos às promessas, avaliá-las e tentar, ao menos, fazer a melhor opção.

11.9.08

Reconhecimento merecido

A nossa colaboradora e blogueira Nicole Prestes tem recebido vários elogios dos nossos leitores. Também pudera, a garota está mandando superbem! Além de articular bem as idéias, Nicole, que sonha em ser jornalista, escreve com propriedade, demonstrar estar antenada com os assuntos polêmicos do nosso cotidiano. Abaixo, o texto publicado no Teen+ na edição do dia 5. Com vocês, a capacidade humana de ser medíocre:

O continente africano pode ser considerado o berço da humanidade e quando alguém menciona a palavra África, sem dúvida nenhuma logo nos vêem a cabeça o continente faminto. Mas, o continente africano não vive em toda essa pobreza, pelo menos não o continente inteiro, a África do Sul, por exemplo, é um país riquíssimo, não só em riquezas naturais, como óleo, gás natural e diamantes, mas também em uma economia melhor do que aparenta, a causa da pobreza é a extrema desigualdade social e o ilusório fim do Apartheid.
Apartheid significa “vida separada”. Geralmente, traduz-se por segregação racial ou política de segregação racial. Essa lei separação racial foi instalada a na África do Sul há cerca de sessenta anos e designava o poder da raça branca sobre a raça negra. A população negra era obrigada a viver segundo as normas impostas pela raça branca, separada e impedida do exercício da cidadania, os negros não podiam ter ambições políticas, nem tinham direito de voto no destino do país, eram excluídos da vida sindical, não podiam exercer determinadas profissões, estavam proibidos de manter negócios em zonas determinadas para os brancos, os hospitais eram segregados e as ambulâncias dos hospitais destinados a brancos não podiam transportar negros, em nenhuma circunstância, foram igualmente segregados nos meios de transporte, nas bibliotecas, nas piscinas, nas praias e cinemas, assim como a educação destinada aos negros estava organizada de molde a prepará-los apenas para os trabalhos braçais.
Por volta de dezoito anos atrás o Apartheid chega ao fim. Porém esse suposto fim do Apartheid não passa de uma ilusão africana, porque a desigualdade social que se vê hoje na África do Sul não é muito diferente da que nota-se época da “vida separada”, milhares de africanos vivem em extrema pobreza, sem água, alimento, saneamento básico e moradia digna, sem contar a porcentagem que morre de fome ou vítimas de Aids e outras doenças, mas o que não fica aparente é que o país evoluiu muito, principalmente economicamente, o lado desenvolvido do país pode ser facilmente comparado a um país de primeiro mundo, com alto índice turístico, produção de gás natural e exportação de matéria-prima. Deixando assim uma pergunta pairar no ar: onde está todo esse dinheiro sul-africano, quando metade da população encontra-se sob necessidades grotescas? É ai que entra a ganância humana, através da corrupção, pois o dinheiro arrecadado pelo governo é manter o desenvolvimento da parte já crescente do país, outra parte desse dinheiro é desviada pelo próprio governo, para poderem continuem sendo o país da pobreza, a miserável população mundial, e com isso comovendo o mundo, promovendo a solidariedade dos outros países para com eles próprios, arrecadando assim cada vez mais ajuda financeira.
A ONU inseriu campanhas aos países desenvolvidos para que esses ajudassem financeiramente à população faminta da África, mas até agora não vimos números que pudesse comprovar que os sul-africanos fizeram bom uso desse dinheiro, o que deixa mais óbvio a cobiça dos governantes africanos.
Claro que não se pode culpar apenas a própria África do Sul, pela situação de sua população, pois países Europeus têm grande responsabilidade para com este país, já que eles deixaram “feridas” em todo o continente Africano com complexo de colonização, te terem sido friamente explorados, a ferida de terem que deixar suas terras para serem escravizados, por perderem boa parte de suas riquezas naturais, por terem obrigatoriamente ajudado esses países a se desenvolverem, e hoje não receberem em troca a mesma ajuda, mesmo com toda as dificuldades que enfrentam, não conseguem chegar a um todo do que tais paises chegaram. Não foi fácil para os africanos reconstruírem seus países depois de toda humilhação, e submissão das colônias, porém esse era o momento em que o governo local deveria voltar suas atenções a população precária, deveria tentar estabelecer uma mínima igualdade social, para tentar extinguir esse complexo de vez; ao invés de tentar desenvolver apenas parte de seu território, e continuar com parte da população em situação arriscada, sendo que assim jamais poderão desenvolver-se totalmente, pois haverá sempre a “escárnio” africano, priorizar as condições humanas antes do desenvolvimento econômico, é o primeiro passo dessa nação.
Enfim, a ausência de escrúpulos é principal fator para que pessoas morram de fome e não tenham assistência em termos de saúde, é ridicularizador saber que o mundo em que vivemos não será um lugar justo quanto o que prevalecer for o dinheiro, e como o ser humano pode ser medíocre simplesmente por ser demasiadamente ambicioso.

25.8.08

Por trás da beleza olímpica

Milhares de pessoas em todo o mundo assistiram à abertura das Olimpíadas na China, uma festa emocionante e bela. Mas nem tantas pessoas assim têm consciência do conflito entre o Tibet e a China, da luta dos tibetanos pela independência de seu território, já que os mesmos possuem ideais tão diferentes dos países que os cercam, e que diferente das Olimpíadas, é um conflito triste e alarmante. Em um país onde a liberdade de se dizer o que pensa ainda é um luxo consumido às escondidas, a China deu uma clara demonstração a toda humanidade do que é capaz o ser humano quando volta suas habilidades para o bem e para a alegria.

Na China, é comum que pequenas falhas e problemas sejam encarados como fontes de vergonha e reprovação nacional. Por isso mesmo, os grandes desastres e outras convulsões sociais eram “varridos para baixo do tapete” e as notícias da ocorrência desses fatos levavam dias ou, até mesmo, meses para chegarem até nós. Mas atualmente, com a popularização dos meios eletrônicos, satélites e o acesso fácil a Internet essas informações são praticamente instantâneas. Por mais que autoridades totalitárias procurem inibir a propagação de notícias, elas “navegam com a velocidade da luz”. Assim, de nada adiantou a burocracia chinesa espalhar ao mundo que os protestos acabaram no Tibet e nem que havia “paz” nas províncias.

Até mesmo a farsa armada para que a imprensa internacional viajasse por um “mar azul” fracassou miseravelmente diante a aparição heróica de um bando de monges budistas fanáticos gritando em plenos pulmões, que a matança de inocentes e a destruição de vidas e propriedades são as únicas maneiras que o governo chinês tem de conseguir o que quer. Durante os anos em que se celebravam na Antigüidade, as Olimpíadas cessavam todos os conflitos. Guerras que se arrastavam durante anos eram interrompidas e os combatentes viviam lado a lado, em um convívio fraterno enquanto durassem os jogos. Sua força histórica é carregada de simbolismos que, mesmo no mundo fútil e demagogo de hoje, fazem com que os homens procurem evoluir e encararem o fato de que são simplesmente humanos e, por isso mesmo, são falíveis.

O que o mundo assistiu na abertura das Olimpíadas, e assiste constantemente quando guerras e atentados terroristas se sucedem e inocentes morrem, nada mais é do que uma manifestação da selvajaria e do rancor que vive dentro de cada um de nós.A desgraça e a violência sofrida por semelhantes em qualquer parte do planeta despertam sempre a comoção e a mobilização do “cidadão comum” espalhado pelo globo. Enquanto os mesmos que clamam pela santidade da alma humana defenderem suas convicções religiosas, matando inocentes, decapitando crianças e velhos; estuprando e cometendo atos abomináveis contra mulheres em nome de algo que chamam de Deus, o mundo jamais terá paz. Da mesma forma, quando aprendermos a não julgar o próximo pelo que faz, pelo que veste e pelo modo como se comporta; poderemos aspirar viver num mundo de paz e harmonia.

Os Jogos Olímpicos são muito mais que uma competição e uma bela festa. É a oportunidade perfeita para que o homem aprenda como é conviver com seu irmão distante. A entender que o inimigo odiado visceralmente também tem sonhos, tem família, tem medos, sangra e sente dor. E que é igual a ele.

Nicole Prestes, é colaboradora do Blog-se e do Teen+

31.7.08

A piada mais antiga do mundo

A Universidade de Wolverhampton, no Reino Unido, listou as dez piadas mais antigas do planeta. Dá para imaginar que a anedota mais velha do mundo data o ano de 1900 a. C ? A piada surgiu entre os sumérios, que viveram no que é hoje o sul do Iraque, e diz: "algo que nunca aconteceu desde o começo dos tempos: uma mulher nunca soltou um pum no colo do marido". Este é o primeiro lugar da lista de dez piadas mais antigas do mundo, publicada pela universidade de Wolverhampton (Reino Unido) nesta quinta-feira (31).

Uma piada de 1600 a.C sobre um faraó, o rei Snofru, vem em segundo lugar: "como entreter um faraó entediado? Coloque um navio cheio de mulheres vestidas somente com redes de pesca e diga ao faraó que pegue um peixe". Já a piada britânica mais antiga do mundo data do século 10 e revela o lado obsceno dos anglo-saxões: "o que é que fica pendurado nas coxas de um homem e quer entrar em um buraco no qual já entrou antes? Resposta: uma chave".

O estudo foi patrocinado pelo canal de TV Dave. As 10 piadas mais antigas do mundo podem ser vistas no site www.dave-tv.co.uk. Você curte contar piadas? Conte aqui uma pra gente, então!

24.7.08

Lembranças dos anos 90

Ao editar a reportagem do jornalista Luciano Assis para o Teen+ sobre o “Almanaque Anos 90”, escrito pelo jornalista Silvio Essinger, bateu uma baita vontade de ler esse livro de memórias e lembranças e recordar tudo aquilo que fez parte da adolescência da minha geração.

Foram nos anos 90 que o Brasil e ao mundo ganhou a MTV, o pagode, o axé, o sertanejo, a informática superdesenvolvida, o Nirvana, o Chico Science, a Família Dinossauro, o Tetra Campeonato Mundial de Futebol e mudanças de comportamento mais rápidas de todos os tempos!
Começamos a década usando máquina de escrever, ouvindo discos de vinil, escrevendo cartas e terminamos na frente de computadores e baixando músicas na Internet.

Para a reportagem, Silvio comentou ainda que impõe dois acontecimentos marcantes como o início e o fim dos anos 90. “É curioso, mas os dois (acontecimentos) se deram fora da década. O início dos anos 90 aconteceu com a queda do Muro de Berlim, em 1989. Foi quando o mundo se abriu em vários sentidos, tanto político quanto cultural. O final foi o 11 de setembro de 2001. Ali, o mundo voltou a se fechar em muitos sentidos e houve uma solidificação da Era Bush”, destacou o escritor.

Dez momentos da década de 90

1 – Morre o cantor Cazuza (1990)
2 – O Nirvana lança o disco “Nevermind” (1991)
3 – É lançada a MTV no Brasil (1991)
4 – Daniela Mercury vira a cantora mais bem sucedida do Brasil (1992).
5 – A música sertaneja estoura em todo o Brasil com duplas como Leandro e Leonardo (1993)
6 – Morre Airton Senna em um acidente na Itália (1994)
7 – O Brasil é tetra campeão Mundial de futebol (1994)
8 – O grupo Mamonas Assassinas estoura nacionalmente e seus integrantes morrem no prazo de menos de um ano em um acidente aéreo (1995/1996)
9 – O pagode e o axé do grupo É o Tchan ganham as rádios de todo Brasil (1996)
10 – Renato Russo morre de Aids e Chico Science em um acidente (1997)
10 – Nasce o Napster, que permite as pessoas baixarem música pela Internet (1999).

14.7.08

O duvidoso futuro do rock

A colaboradora do Teen+, Nicole Prestes, estréia hoje como nossa blogueira. E para começar bem, Nicole posta aqui uma crítica sobre o rock, movimento sessentão que está em semana comemorativa. Confira!

Assisti há alguns dias, um programa da TV Cultura, do qual não me recordo o nome, que falava sobre o futuro do país na mão dos jovens. Desliguei a TV e fiquei pensando, se o futuro do paísl é preocupante, imaginem o futuro da cena independente? Certo, sou obrigada a concordar que toda a cena cresceu (e muito) dos últimos 12 anos. Cresceu no sentido de aumentar, não de evoluir.

Agora vocês me perguntam, em quais aspectos evoluiu e quais não? Evoluíram na popularização das bandas, casas de shows e comércio independente. Mas isso só aconteceu graças a nossa querida internet. Vejo que falta, hoje em dia, fidelidade e que sobra comodismo. Antigamente não importava se o show era perto ou longe, não importava se iater que ir a pé ou esperar até o primeiro ônibus da manhã para voltar, não importava se gostava da banda ou não, a galera ia, ia pelo rolê, ia porque realmente era do rock, ia porque era ali que queria e gostava de estar.

Hoje em dia se o show é muito longe a molecada só vai se arrumar carona, caso contrário arruma outra balada qualquer mais perto. Se gostar da banda, pensa um pouco: “ah, mês que vem alguém trás eles para tocar por aqui perto”. Quantos fanzines vocês vêem sendo distribuídos nos shows e quantos sites contendo o mesmo assunto vocês vêem na internet? É fácil você sentar na frente do computador digitar no google o nome da banda e, em instantes, ficar sabendo sobre a banda ou baixar a discografia completa. Antigamente para você conhecer uma banda era indo no show, trocando idéias, lendo zines e comprando vinis?

Realmente, eu como uma garota da “geração domesticada”, nascida em plenos anos 90, não posso negar que usufruo de toda a praticidade do nosso mundo moderno, mas não me acho inapropriada para estar dizendo tudo isso, se fosse com certeza não me interessaria em escrever aqui. Não sou contra a internet, muito pelo contrário, acho que a internet nos ajuda imensamente, mas com ela veio o comodismo. E a magia do rock acabou e é isso que não podemos deixar acontecer, isso que temos que resgatar.

Outra coisa que eu penso: o que vamos mostrar para nossos filhos e dizer “olha filho era isso que eu escutava quando tinha sua idade”? Sendo que nosso computadores não vão durar a vida inteira e que nada substitui o prazer de ganhar um CD ou um vinil. Nunca vou esquecer o dia em que ganhei meu primeiro (e admito, único) vinil, era o "London Calling" do Clash, infelizmente não tenho até hoje, mas tenho o CD que guardo com muito carinho, para um dia poder mostrar ao meu filho, o rock.

Espero profundamente que daqui 12 anos, ainda veja zines circulando, a galera comprando CD’s e contando que não se colocaram barreiras para estarem em shows. E que um dia vou poder dizer orgulhosamente que me enganei sobre o duvidoso futuro do nosso tão amado rock!

10.7.08

Procura-se blogueiros!

O negócio é o seguinte: escrever tem efeito terapêutico. O desabafo virtual, via blog, acalma a mente perturbada por conflitos. Bem, pelo menos é o que apontou uma pesquisa promovida pela AOL com 600 blogueiros e divulgada pela agência EFE.

Para 31% dos entrevistados, escrever para um blog substitui o psicólogo.
Portanto, que tal começar a praticar a blogterapia por aqui? Estamos convocando blogueiros para escrever para o Blog-se! Os interessados devem entrar em contato pelo e-mail: teen@liberal.com.br.

8.7.08

Intolerância necessária?

Com a “lei seca” na parada, quem for pego guiando sob a influência de bebida estará cometendo uma infração gravíssima, poderá perder a carta por um ano e terá que pagar multa de quase mil reais.
Se estiver guiando com concentração de álcool mais elevada (superior a 0,6 dg por litro de sangue, valor até então tolerado pela lei antiga), poderá ser preso. E, se provocar algum tipo de acidente, poderá pegar uma pena ainda mais pesada - já que o juiz poderá enxergar intenção em seu comportamento.
Duro, não? Mas essa rigidez tem seus motivos. Vários estudos mostram que a situação nas grandes cidades e estradas do país é dramática. Quase a metade dos acidentes que acontecem são provocados após o consumo de bebida.
O autocontrole e a responsabilidade talvez eliminassem a necessidade de uma fiscalização rígida para a maior parte da população. Infelizmente, não é bem isso que acontece. Toda vez que a gente fala em mudança de hábito e de comportamento sabemos que é um processo lento, gradual, e que, em geral, é desencadeado por um fator externo. Por exemplo, as pessoas só passaram a usar cinto de segurança de forma regular depois de uma lei federal e de uma grande campanha de informação.
Você acredita que uma mudança no perfil dos acidentes causados pelo álcool iria ser alcançada sem uma rigidez maior na lei e um maior controle por parte das autoridades? Honestamente, acho que não. Qual é a sua opinião? Poste aqui!

20.6.08

Entrando numa fria

Os termômetros na capital paulista marcaram a menor temperatura do ano segundo: 8,4 graus. Mas para quem adora o frio, a semana reservou outra surpresa gelada. A cidade de São Paulo acaba de se tornar a primeira do país a abrigar uma “balada” que tem feito sucesso pelo mundo.
Inspiradas em bares que já existem em países como Austrália, Dubai, China e Chile, uma arquiteta e uma empresária decidiram construir o Ice Espaço, na Vila Madalena.
Para entrar no local há toda uma preparação. É preciso vestir um pesado sobretudo térmico, com capuz de pelúcia. As botas, também de pelúcia, e as luvas são colocadas já na antecâmara do bar, uma sala de 28 metros quadrados com temperatura média de 5ºC.
No lugar, tudo é de gelo: mesa, bancos, bar. Até os copos usados para servir os drinques são feitos com a matéria prima que decora o ambiente. No cardápio, apenas bebidas alcoólicas, quase todas à base de vodka.

30.5.08

Dê um basta!

Difícil pode até ser, mas parar de fumar não é impossível. Você já deve ter ouvido falar de alguém que parou de fumar porque o namorado ou os amigos apagou de vez o cigarro. Pois bem, saiba que parar de fumar é mesmo contagiante!

Segundo uma pesquisa divulgada nesta semana, quando alguém pára de fumar, aumentam as chances dos fumantes a seu redor fazerem o mesmo. Só para você ter idéia: quando o (a) namorado (a) pára de fumar, a probabilidade do outro continuar fumando caem 67%. Talvez esse comportamento justifique a diminuição de fumantes brasileiros.

Dados do ministério apontam que, entre 1989 e 2004, o consumo caiu 32%. E mais: fumar está over! Além de fazer mal para a saúde, o cigarro arranha a popularidade. Você já reparou que os fumantes estão cada vez mais são jogados para escanteio? Mesmo assim, por que será que tanta gente ainda curte um “careta”?

Como não fumante, não consigo entender o prazer em fumar. O cigarro é fedido, deixa quem fuma com o cabelo, a voz e a pele sob efeitos da fumaça e, vamos combinar, o beijo de um fumante é horrível. E você, o pensa? Deixe sua opinião aqui!
Editor
PerfilJuliana Pinheiro
Informar de maneira criativa e bem sacada é o desafio semanal do Teen+, que é editado por Juliana Pinheiro, 29 anos, e conta com uma equipe de repórteres de primeira. Saiba mais sobre Juliana Pinheiro e o Teen +
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