Silêncio na música pop
Morre Jacko, o rei dos palcos. Vítima de abuso, da obsessão do pai pelo seu sucesso, da glória e da desgraça geradas pela fama planetária. Apesar de toda a controvérsia que o rodeava, sempre houve algo nele indiscutível: talento, muito talento. Para relembrar, Billy Jean, uma de minhas preferidas.



2 Comentários:
Ficará como mito e exemplo de como a fama e a máquina que está por trás disso consegue destruir um artista transformando-o em uma figura triste, solitária e sem rumo. Deixa os sucessos inesquecíveis e lembranças de um bom tempo. A sua Neverland pode ter sido encontrada finalmente.
Hoje, ouví alguém dizer na televisão, que se pode falar qualquer coisa de Michael Jackson, pode-se gostar ou não dele, das suas músicas, da sua dança, do seu figurino, comportamento... mas algumas coisas ninguém pode negar: seu indiscutível talento na dança e na música e o ser humano enigmático que representou (não era homem ou mulher, criança ou adulto, negro ou branco, bonito ou feio, genial ou previsível e talvez tenha sido isso tudo(junto) que o tenha caracterizado como um ser humano especial.
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