Diego incha a máquina
A Prefeitura de Americana vem tendo quedas constantes de arrecadação de impostos e mais uma foi revelada ontem. O ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) teve baixa de R$ 5 milhões este ano. É apenas mais um imposto a cair na cidade que cresceu, se estruturou, mas patina já há algum tempo.Apesar disso, o prefeito Diego De Nadai, que prometeu mudar a administração com modernidade e eficiência, anunciou ontem um projeto que vai inchar a Prefeitura em 20 novos cargos. Serão 20 coordenadores que o prefeito poderia colocar onde quiser. Questionado sobre o aumento de funcionários numa prefeitura que já tem 5,7 mil servidores, a explicação da administração volta ao passado e chega a debochar do americanense. Diz-se que as contratações não vão significar mais gastos por causa das demissões feitas no DAE no ano passado.
Ora, as demissões aconteceram por ordem judicial, porque as contratações foram irregulares. E não foram feitas por Diego, mas no final do governo Erich. Portanto, Diego está, sim, inchando a Prefeitura em relação ao número de funcionários que havia quando ele entrou. E esse inchaço, numa Prefeitura que já tem, proporcionalmente à sua população, mais funcionários públicos que Campinas e Piracicaba, acontece numa hora de menos dinheiro em caixa. Em qualquer empresa privada, isso não poderia acontecer, pois é o caminho da falência. Mas, como você paga a conta, pode.
PS: Os assuntos estão informados e comentados na edição desta sexta do LIBERAL, cuja capa é reproduzida nesta postagem
ÁUDIO: INCHADA.mp3



24 Comentários:
CONSERTE SEU VOTO AO INVÉS, DE JOGA-LO FORA!!!PROTESTE...PROTESTO URGENTE!!!OU ELES NÓS JOGARÃO NA LAMA!
O bom é anotar cada falcatrua ou ato em prejuízo ao povo, e refrescar a memória de quem pretender dar-lhes voto.
Pode ser que assim eles caiam na real.
Político eleito, é dono do cargo e eleitores não podem fazer nada contra eles apenas votar contra quando forem candidatos.
Play boy ou não temos que aturar, povo não tem poder pra fazer absolutamente nada contra, no entanto eles podem fazer o que quizerem com o povo.
Somos submissos aos politicos.
Veja o caso do Senado o povo que se lasque.
O povo não quer porem nada pode fazer terá que engolir junto com os protestos mediocres.
povo é povo e politico é imune ao povo.
Ele sempre será prefeito!
Se para votar, ainda fossem cédulas, eu comeria.
Só para não com pactuar, com esses caras que cospem na minha inteligência todo o dia!
Pela própria justificativa do atual prefeito, a promotoria deveria impetrar também uma nova ação civil pública caso o projeto seja aprovado. Pois uma irregularidade cometida no DAE será copiada para outros orgãos da Prefeitura. Devanir Reis
Qual a manchete hoje, domingo 28/Junho, de O LIBERAL ? Prédio da câmara de Americana é o mais ocioso e caro da região. Diante disso, Marcos Brogna, pergunto:
Porque O LIBERAL não convida o prefeito e questiona duas coisas, primeiro, o Sr. enquanto vereador o que fez para que o aluguel de um prédio enorme, uma coisa absurda como essa, não acontecesse ? Segundo, o Sr. como prefeito, o que fará para pagar as contas da cidade visto que o Sr. está criando cargos sem que o orçamento da cidade comporte ?
Diante disso, caso o prefeito não compareça, O LIBERAL deve começar uma campanha para que o prefeito saia, porque ele não está preparado para ser prefeito. Tem deputado, tem governador, tem legislativo municipal ao seu lado, e até agora, 6 meses de administração e nada. Aliás, uma crítica aqui, na Av. Cillos, faixas de pedestre pintadas de vermelho, mas cadê os semaforos de pedestre instalados ?? Na rotatória da Av. São Jerônimo com a 9 de Julho, favor rever o semaforo, porque está uma verdadeira porcaria aquilo.
É o Método Sarney de Excelência Administrativa.
Diego repete a fórmula de seus antecessores. Está sendo uma decepção. Concedeu um reajuste pífio aos funcionários e fala em plano de carreira para 6 mil SERVIDORES? HAJA arrecadação!Vale mais a pena ser comissionado que estudar para concurso público!AINDA BEM QUE TEMOS O LIBERAL!
Discordo em parte dos comentarios anteriores, pois além de esperar as próximas eleições para não votar nestes políticos que sugam o sangue dos trabalhadores, podemos sim agir. O Ministério público é um grande instrumento de exigibilidade de direitos. Qualquer cidadão pode fazer uma representação a promotoria.
Além de debochar dos americanenses dizendo que não esta inchando a máquina, o sr. Prefeito utilizou como exemplo as demissões no DAE para admitir 20 novos comissionados para qualquer setor da prefeitura, ou seja, não irá mais reestruturar o DAE? Será que desta vez ele esta constrangido?
Em dezembro 2008 a promotoria pública instarou inquérito de investigação de pagamento irregular desses comissionados que tiveram o contrato nulo(conforme matéria deste jornal). O Departamento juridico da prefeitura está tentando reaver este dinheiro?
Sabemos também que em quase todas repartições está faltando funcionários concursados e existem muito concursos em aberto com centenas de pessoas esperando sua vez de ser chamado mas, a ordem do sr. prefeito é não contratar. Por que comissionado pode? de onde vem o dinheiro?
Em 2008 muita gente dizia que a coisa não tinha como piorar.....
O LIBERAL não colocou meus comentários, não ofendi ninguém, não usei palavras de baixo calão. Apenas pedi ao O LIBERAL que informe em primeira página o que os leitores já comentaram aqui, decepção, vergonha, isso se traduz em um IMPEACHMENT do atual prefeito. Ou O LIBERAL deseja que a cidade vá para o buraco de vez, ai pode ser tarde, eu estou avisando antes isso. Cadê a credibilidade ????
Amauri, num de seus comentários você chama uma autoridade de incompetente. Isso é calúnia. Na outra, faz ameaças contra o jornal, desnecessárias, pois sua opinião pode entrar aqui sempre, desde que desprovidas de tais problemas.
Quanto ao seu pedido, não creio que seja o caso de O LIBERAL gritar por impeachment, seja do prefeito, seja de quem for. Cumprimos com nossa missão jornalística à medida que revelamos os fatos, que estão sempre sob julgamento do leitor.
Revelamos a doação de ruas, o apadrinhamento de cargos do Executivo por vereadores, o rombo e a anistia no DAE, agora a ociosidade no prédio Câmara (e este problema nada tem a ver com o prefeito, pois é de um outro poder).
Não penso que o jornal deva condenar ou sair em campanha. Deve, sim, noticiar, e está fazendo. Há instâncias para tomar atitudes como as que você pede, quando (e se) elas forem necessárias. À imprensa, o poder é de revelar, para que a população conheça os fatos e, diante deles, cobre de todas as esferas do poder público ações.
Caros Internautas:
Por primeiro, ressalto que a decepção quanto a forma de Administrar do "jovem" Prefeito Diego é patente entre a população americanense, contudo, não podemos "meter os pé pela cabeça", ou seja, proferir injurias contra a autoridade do Executivo local. Devemos, sim, cobrar dos vereadores que fiscalizem, denunciem os atos ilegais porventura cometidos pelo Prefeito; protestos, sem baderna, também são válidos.
Ademais, concordo, que essa forma de fazer política, inchando a máquina administrativa, desculpa o palavriado, é nojenta.
Esperemos, também, que o Ministério Público local faça sua parte e tome as medidas judicias cabíveis.
Em tempo: não sou filiado a partido político, somente almejo o melhor para nossa querida Americana.
Isso, Anônimo! É exatamente isso! Ao bom jornalismo, cabe revelar, noticiar e provocar debate. Fazer campanha contra ou a favor foge ao papel da imprensa responsável, até porque as conclusões são sempre do leitor, é seu direito inviolável.
É preciso não confundir combatividade com panfletagem. Combatividade é revelar os problemas da política, checá-los e publicá-los com independência editorial e analisá-los sob ótica crítica, visando o interesse público e deixando, sempre, o julgamento para o leitor.
Até porque o processo não termina no jornal. O jornal é apenas uma ferramenta que o (e)leitor tem para exercer seus direitos, ativamente.
Abraços!
Concordo que o problema do prédio é de outra instância, instância essa que o atual prefeito fazia parte, ou estou errado ?? Portanto, faça com que os leitores se recordem que o atual prefeito foi conivente com essa situação do prédio e que ele tem culpa sim. Não fiquem calados perante o passado público do atual prefeito, recomento que O LIBERAL vasculhe o que o prefeito fez e deixou de fazer como vereador, pois algumas de suas atitudes hoje podem ser completamente contraditórias com o que ele defendeu no passado quando vereador. Quanto a chamar ele de incompetente, os comentários acima (Decepção, jogar o voto na lama, etc) já dizem tudo isso.
Quando todo mundo tiver - apesar de não servir como justificativa, não fosse o cerne do processo - tempo para deixar de lado a correria diária atrás de nossa posição no mercado de trabalho, nossas especializações, nossa corrida atrás do leite e do pão da casa, a correria ao supermercado, nossos estudos, nossa falta de grana, em uma palavra, a decadência social a que o sistema nos levou, talvez conseguíssmos sair às ruas gritar por impeachment, ou agir com as ferramentas que o sistema diz ter (afinal um advogado entra com mil representações, e o pedreiro, o favelado, o mendigo?) para impedir estes absurdos que vemos, talvez então, o Liberal noticiasse isso, pois não é o jornal que deve pedir, mas nós.
Na boa, na próxima eleição, nós deixaremos as candidaturas para aqueles caras que batem a mão na mesa numa sessão legislativa, e para aqueles que estão nos velhos partidos de sempre? Acho que se eleger a cargo publico em qualquer partido deve ser mais fácil que passar num vestibular.
Devia juntar, assim, primeiramente, uma junta de engenheiros, uma de jornalistas, uma de advogados, uma de historiadores, uma de físicos, e se candidatarem para vereadores, deputados estaduais, federais, senadores etc. Enquanto isso, a elite se reveza lá em cima, em prol dos seus interesses, e secularmente "se lixando" para nós, que renunciamos a concorrer a esses cargos, beneficiando-os.
Eu li a palavra impeachment no comentário do Sr. Cambraia ??? Marcos, náo sou o único.... que O LIBERAL ao menos publique que os leitores desejam isso, afinal. notícia é notícia e deve ser publicado.
Marcos, gostaria de saber tua opinião sincera sobre a publicação dos atos oficiais da prefeitura em jornais impressos. Até mesmo porque o O Liberal é quem os publica! Ao que consta, os gastos com essas publicações são milionários! Isto não é insensato? Afinal de contas, tais atos poderiam ser publicados gratuitamente (ou com custo próximo a ZERO) na internet, o que aliás facilitaria a fiscalização pela população, que hoje, se quizer procurar um ato antigo, terá que se debruçar sobre uma grande pilha de jornais antigos e ir procurando um a um...
Caro João Batista, minhas opiniões são sempre sinceras e não haveria motivo algum para não ser. Vamos a elas, pois.
Antes disso, duas explicaçoes:
- Primeiro, publicar atos oficiais em veículos de circulação de massa é lei. Para tanto, a Prefeitura tem de abrir licitação e a empresa que melhor se encaixar no edital acaba vencendo para prestar o serviço dentro do período previsto;
- Segundo, é interessante lembrar que atos oficiais são decisões tomadas na esfera pública e nada mais transparente do que o poder público ser obrigado a informar tais decisões aos contribuintes através de editais. Daí a obrigatoridade de publicar tais atos em veículos de mídia, através de processos públicos de concorrência. Quem lê os atos oficiais sabe, por exemplo, quem o prefeito contrata, quem demite, as decisões administrativas tomadas, projetos de lei elaborados e aprovados, processos de multas julgados, concursos abertos, enfim, assuntos que envolvem o dinheiro dos impostos que você paga.
Feitas tais explicações conceituais, vamos ao seu questionamento:
O LIBERAL venceu a licitação para publicar os atos oficiais da Prefeitura de Americana há alguns anos (não me lembro exatamente a data) porque cumpriu os itens do edital e tem CND (Certidão Negativa de Débito), ou seja, não deve ao fisco (empresas inadimplentes com o poder público não podem participar de licitações). Esse processo é aberto, público e faz parte de muitos serviços que envolvem poder público e iniciativa privada, já que é impensável uma sociedade em que o governo seja dono de todos os meios de produção.
Por muitos anos, O LIBERAL não era a empresa que fazia tal serviço. E daí? Daí nada. É um serviço que o jornal pode prestar, assim como os serviços gráficos que oferece a quem queira rodar um jornal aqui. Isso nada tem a ver com nosso trabalho jornalístico, que segue regras pétreas. Com ou sem editais, nosso jornalismo foi, é e continuará sendo investigativo (tomógrafo, ruas doadas, apadrinhamento de cargos são algumas denúncias-bomba que fizemos já publicando editais);
Sobre custos, eles também são públicos. Aliás, a concorrência entre empresas na licitação acontece justamente para se escolher o menor custo. Gastos milionários? Procure se informar na própria fonte oficial em vez dos "ao que consta" e verá que há muitas falácias cheias de distorção acerca do assunto.
Ainda sobre gastos, o poder público no Brasil joga dinheiro fora quando faz anúncios (não licitados) em publicações que sequer são registradas, sem tiragem auditada nem responsáveis devidamente regulamentados. Ou seja, gasta-se para quase ninguém ler e, muitas vezes, em troca de "reportagens" elogiosas. Isso, sim, precisa ser fiscalizado, pois distorce tanto a função do anúncio do poder público quanto a do jornalismo que o veículo deveria fazer;
Sobre a ideia de a Prefeitura publicar atos oficiais por conta própria, há duas possibilidades: a administração pública ter o seu próprio jornal, o que pode custar muito mais, pois precisaria de uma estrutura de jornal, além de terceirizar serviços a jornais, como os gráficos; e, agora, a questão da Internet, sobre a qual trataremos adiante.
Antes de qualquer discussão sobre isso, é importante frisar que seria necessária uma mudança na lei, pois a legislação, hoje, determina publicação documental, em impresso. Depois, penso ser indispensáveis estudos para saber qual o melhor custo-benefício, para não se fazer algo mais caro ou menos acessível à população.
No caso da publicação via web, ela não tem custo zero, pois a Prefeitura precisa manter uma equipe que crie e mantenha os serviços virtuais, pagar provedor que comporte tais informações e manter aparato técnico. Feito isso, é preciso saber se tal medida tornaria os atos oficiais acessíveis aos contribuintes, tal qual é o jornal. Para quem tem computador e provedor de internet, será fácil. Mas, e os que não têm? Para estes, seria mais barato comprar uma edição de jornal que um computador e uma assinatura de Internet, não seria?
O tema, portanto, é complexo e exige discussão mais séria.
Um abraço.
Marcos, eu gostaria de cumprimentá-lo pela postura prudente e sensata que sempre adota em seus textos no jornal e no blog. Acredito que, muito felizmente, a imprensa local está bem representada por profissionais como você que, de maneira adequada, apresenta fatos e analisa comportamentos.
Tenho certa tristeza quando leio notícias como esta sobre o inchaço da máquina administrativa em Americana. Lembro-me claramente que esse ponto foi criticado pelo então candidato Diego no ano passado. Agora, como prefeito, se dá o direito de perpetuar tais práticas que antes eram condenadas. Parece contraditório. É contraditório.
Imagino a fila de pessoas que ainda estão esperando sua oportunidade para se encaixar na administração atual de alguma forma. Pessoas que não estão preocupadas se estão ou não qualificadas para assumir uma posição e que, ainda pior, talvez nem estejam essencialmente preocupadas com a cidade.
Quero aproveitar para sugerir a criação de um site para registrar a memória política da cidade. Algo que fosse simples, fácil e direto para podermos analisar o desempenho histórico dos candidatos em época de eleição. A idéia tem que amadurecer, mas pode ser uma ferramenta muito útil para a democracia.
Caro Marcos, não questionei de forma alguma tua sinceridade e teus princípios, e por confiar na tua idoneidade e na tua transparência, fiz os questionamentos.
Mas com o devido respeito, você "puxou a sardinha pra lata" e embora tenha feito comentários não pertinentes à questão, não respondeu minhas dúvidas.
Em momento algum questionei a "legalidade" do atual processo de publicação dos atos oficiais ou a "transparência" da licitação ; O que questionei foi a IMORALIDADE de gastarmos um volume imenso de dinheiro em papel impresso, em plena era da internet.
Quanto ao "acesso do cotribuinte", não é necessário "comprar um computador" ou "fazer uma assinatura de internet" para surfar na WEB, pois isso poderá ser feito em qualquer repertição pública, Lan House ou biblioteca, e te garanto, isso será muito mais fácil do que porcurar um ato numa imensa "pilha" de jornais.
Portanto vou te perguntar pontualmente:
- você realmente acredita que procurar um ato oficial publicado em DATA INCERTA num jornal impresso é algo "mais simples" ou "mais fácil" do que ter realizar uma busca na Internet?
- você acredita que um "cidadão comum" que não tenha acesso a internet terá condições de procurar um ato oficial antigo numa imensa "pilha" de jornais?
- Aliás, exceto na prórpia redação do O Liberal e na Biblioteca municipal, onde mais poderemos encontrar TODAS os jornais publicados no ano passado, por exemplo?
- Já que você lembrou que os custos são PÚBLICOS, e para que eu possa realmente saber o que estão comentado por ai são "falácias", você poderia me precisar QUANTO a municipalidade gastou com essas publicações no ano passado e até julho deste ano ? Até mesmo porque pra eu encontrar esses valores terei que me debruçar numa pilha imensa de jornais, e ler os atos oficiais uma a um...
- Se os atos já são enviados ao jornal em formato texto, qual seria a complexidade de publicá-los na internet (em caso de alteração na legislação!), como vem fazendo prefeituras muito maiores do que a de Americana? Será que isso custaria tão mais caro assim?
Um abraço!
Caro João Batista, se tem algo que me estimula é o debate. Por isso, volto a ele com prazer.
- Atos oficiais deveriam ser acompanhados diariamente pelos leitores, muito mais que em consultas posteriores à sua publicação, pois eles relatam o que está sendo decidido naquele momento. Buscar publicações antigas é como procurar notícia velha, portanto;
- Em caso de precisar de consultas posteriores, não precisa a pilha de jornais, meu caro. No nosso site, há as edições de jornais impressas num programa em que você pode até folheá-las, inclusive está lá o caderno de Classificados, em que se publicam os editais. Entre lá, na barra da esquerda, LIBERAL VIRTUAL;
- Não tenho valores para lhe passar, não é de meu departamento isso e hoje é domingo, portanto não conseguiria obter tais dados. O que lhe disse é que são públicos e transparentes. Mais: condizentes com o mercado, pois há concorrência para tanto;
- Como já disse, no site do jornal estão os atos oficiais. A Prefeitura poderá fazê-lo, se quiser, no dela, facilitando a busca posterior às suas publicações;
- Algumas prefeituras maiores que Americana, como você cita, usam a Internet para lançar dados que ajudam na transparênca das administrações, o que é ótimo. Porém, não deixam de publicar os editais num veículo impresso devidamente licitado, como determina a lei. Isso pode mudar? Pode, mas antes é preciso um debate amplo sobre custos e benefícios ao verdadeiro sentido de se publicarem os atos oficiais;
- Por fim, jornais que pensam ser viável viver de publicações oficiais não são jornais. Portanto não haveria motivo algum para eu "puxar brasa" para essa sardinha. Nunca foi nem nunca será, nem de longe, a principal fonte de receita do Grupo O Liberal. É apenas um serviço que a lei permite ao jornal oferecer e está sendo prestado da forma mais transparente possível. Se você acompanha nossas manchetes, verá que somos muito investigativos em relação aos governos da RPT, com ou sem atos oficiais em nossas páginas. A última revelação que fizemos envolvendo a Prefeitura de Americana foi sobre um projeto de lei a ser protocolado que perdoa 80% das dívidas de cooperadas da saúde. Nossa publicação fez o governo recuar da decisão, por ora. Ganharam os cofres públicos, portanto.
Um abraço, bom domingo!
Olá, Marcos.
Também concordo que atos oficiais devem sempre ser acompanhados. Jamais disso o contrário!
Não consegui encontrar os atos oficiais antigos... Poderia me detalhar melhor como realizar essa busca? Antecipadamente agradeço.
Compreendo que não é possivel conseguir tais valores num domingo, mas no decorrer da semana você pode postá-los, não?
Vejo que você concorda comigo que publicar os atos via internet "é ótimo". Com o devido respeito, discordo de ti no ponto de vista de que "devem publicar os atos num veículo impresso devidamente licitado". Marcos, gastar R$ 500.000,00 ou R$ 1.300.000,00 (vlores que ouvi - daí o motivo de perguntar quais foram os valores EXATOS no ano passado e até julho deste ano) nessas publicações é IMORAL! Você não acha?
Em momento algum contestei a legalidade da licitação ou o jornal O Liberal em si, pois sei que a licitação foi legal. Questiono a IMORALIDADE de nossos governantes usarem um sistema que não poderia definir melhor a nçao ser como "arcáico", em pleno século XXI!
Me sinto aliviado em saber que O Liberal tem umapostura imparcial, transparente e investigativo, pois se não abrirmos os olhos, os "lobos" que estão no poder "nadarão de braçada".
Sinceramente, na tua primeira resposta senti que você "puxava a sardinha pra lata", mas sinto que posso estar equivocado (assim espero! he he). Fico feliz em ver uma postura dígna e coerente por parte de um jovem editor, ainda mais numa terra onde os meios de comunicação se pendem para o lado de maior "intere$$e". Pelo que vejo, não é teu caso, e nem do O Liberal. Parabéns pelos teus íntegros valores. Aguardo a complementação da resposta.
Um abraço! Boa semana!
Alô, Marcos!
Ainda aguardo uma resposta. Que aliás, está demorando.
Abraços.
João Batista, vamos aos valores e me desculpe pela demora (estive envolvido em outros afazeres nesta semana).
O preço do centímetro/coluna nos nossos balcões de anúncios é R$ 8,80 nos dias de semana e R$ 10,60 aos sábados e domingos. Para os editais da Prefeitura, esse preço é R$ 3,80, ou seja, bem abaixo do valor do mercado.
Att,
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