Divisor de águas
Santa Bárbara d’Oeste anuncia planos para construir uma represa capaz de armazenar 1 bilhão de litros de água. A idéia é utilizar a área da Usina Santa Bárbara, onde há nascentes, para se criar um reservatório “natural”, visando o abastecimento de gerações futuras. Eis um projeto que caminha no sentido de pensar o futuro em vez de remendar erros passados e presentes.
Santa Bárbara já tem duas represas das quais tira água que serve à população, frutos de planejamento que hoje se mostra fundamental para a vida dos barbarenses. Por conta desse planejamento, a cidade raramente tem escassez do produto, como têm Americana e Sumaré, ambas dependentes de rios que, quando em vazão baixa, deixam a captação em sinal de alerta. Mais que isso: Santa Bárbara tem água não só em quantidade, mas de maior qualidade que as cidades vizinhas.
É bem diferente de Americana, onde o DAE patina, não conseguindo sequer levar água a todas as residências e mantendo sob o asfalto uma rede sucateada e constantemente avariada, fazendo jorrar o precioso produto já tratado. Mais: um DAE que começou pioneiro a tratar esgoto na região, mas hoje precisa da cidade vizinha, porque não dá conta do tratamento que deveria fazer. Também é diferente de Sumaré, onde um rodízio de água foi implantado, ao que tudo indica, para a eternidade.
O que Santa Bárbara tem que as vizinhas não têm? Como a cidade consegue, com uma arrecadação muito menor, ter qualidade e quantidade de um produto cada vez mais valioso, como a água?
imagem sxc
Santa Bárbara já tem duas represas das quais tira água que serve à população, frutos de planejamento que hoje se mostra fundamental para a vida dos barbarenses. Por conta desse planejamento, a cidade raramente tem escassez do produto, como têm Americana e Sumaré, ambas dependentes de rios que, quando em vazão baixa, deixam a captação em sinal de alerta. Mais que isso: Santa Bárbara tem água não só em quantidade, mas de maior qualidade que as cidades vizinhas.
É bem diferente de Americana, onde o DAE patina, não conseguindo sequer levar água a todas as residências e mantendo sob o asfalto uma rede sucateada e constantemente avariada, fazendo jorrar o precioso produto já tratado. Mais: um DAE que começou pioneiro a tratar esgoto na região, mas hoje precisa da cidade vizinha, porque não dá conta do tratamento que deveria fazer. Também é diferente de Sumaré, onde um rodízio de água foi implantado, ao que tudo indica, para a eternidade.
O que Santa Bárbara tem que as vizinhas não têm? Como a cidade consegue, com uma arrecadação muito menor, ter qualidade e quantidade de um produto cada vez mais valioso, como a água?
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1 Comentários:
O que falar de um DAE onde isenta-se entidades beneficentes (Leia-se Clube dos Cavaleiros) ? A cidade com arrecadação menor consegue mais porque a cidade com uma das maiores arrecadações não sabe gerenciar o dinheiro arrecadado. Americana cada vez mais pertence para aqueles que tem mais, para aqueles que tem menos resta lamentar. Entendo isso como desigualdade.
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