Rótulos ambientais
O LIBERAL impresso desta terça-feira revela que Americana vai insistir na adoção de sacolinhas de supermercado ditas ecológicas -dando inclusive selo de "Amigo do Meio Ambiente" para estabelecimentos que as usarem-, mesmo após o governo do Estado ter constatado que não são ecológicas.Segundo o Palácio dos Bandeirantes, as sacolinhas -feitas com um componente chamado oxi-biodegradável- não são biodegradáveis. Isso porque o plástico que as compõe, apesar de se partir mais fácil em pedaços pequenos, continua poluindo o meio ambiente -e de forma até pior, pois os pequenos pedaços têm maior poder de contaminação.
Já a Secretaria de Meio Ambiente de Americana diz que a nova sacola é melhor, mas não aponta nenhum estudo científico para sustentar sua posição. Eis um risco de se estar jogando a sujeira debaixo do tapete, em nome de rótulos falsamente ambientais.
Quer-se tomar uma atitude verdadeiramente ambiental nos supermercados? Voltemos ao velho e bom saco de papelão -que a Europa usa até hoje-, em vez dessas barulhentas e frágeis sacolinhas derivadas de petróleo.
imagem sxc



22 Comentários:
Não adianta ter essas sacolinhas, o povo é mal educado e joga qq coisa nas ruas.
E é justamente essa falta de justificativa que nos faz pensar nas possibilidades de interesses particulares estarem sendo levados em contra em detrimento do meio ambiente.
Faz-me rir, Marcos. Nada mais óbvio e lógico.
Primeiro que esse é um caso típico de que 'de boa intenção, o inferno está cheio'. Depois, que essa é mais uma característica da administração atual, muito mais preocupada em tirar seu rabo da reta do que efetivamente resolver problemas.
Toda prefeitura têm departamentos responsáveis por recebr reclamações. Em Americana não é diferente: a população liga para a prefeitura, é bem atendida por umas mocinhas simpática e depois de uns dias, recebe uma desculpa esfarrapada, enquanto os buracos continuam nas ruas, o mato nos terrenos, os erros de português nas placas e assim adiante.
Aliás, os carros da Gama continuam usando engates fora das especificações do Contram.
Vamo distribuir adesivos de ecológicos para proprietários de Opalas, Dodges & Cia.
A idéia é a mesma.
Quem sabe os carros passam a ser mais econômicos.
Vale lembrar também que,as sacolas oxibiodegradáveis poluem o meio ambiente e contém metais pesados, prejudiciais à saúde. A qualidade é ruim, elas perdem mais da metade da resistência após dois meses de fabricação, ou troca-se meia duzia por seis e somos "ecologicamente corretos".
Marcos,
Concordo com você. É preciso parar imediatamente a fabricação dessas sacolas que de ecológica só têm o nome.
Existem, no entanto, boas alternativas para substituição das também danosas sacolas de plástico comum. Uma delas seria a volta do bom e velho saco de papel e outra seria um projeto muito interessante que está sendo desenvolvido no R.G.do Sul onde alguns supermercados oferecem aos clientes sacolas de pano com preço subsidiado como alternativa ao plástico.
Achei a idéia bem interessante e acho que caberia bem algo assim também em Americana.
Abraço,
"Vale lembrar também que,as sacolas oxibiodegradáveis poluem o meio ambiente e contém metais pesados, prejudiciais à saúde. A qualidade é ruim, elas perdem mais da metade da resistência após dois meses de fabricação, ou troca-se meia duzia por seis e somos "ecologicamente corretos"."
Cristiane, de onde você tirou essas conclusões?
Nós da FUNVERDE - fundação verde, criadores do projeto sacolas ecológicas em 2005, após sofremos 1 ano limpando os rios da cidade e vendo que não adiantava nada porque a cada chuva as malditas sacolas voltavam, iniciamos a busca de uma tecnologia ambientalmente amigável que melhorasse o ambiente.
Encontramos em 2005 a tecnologia oxi-biodegradável, que não necessita de ambiente biologicamente ativo para se degradar e posteriormente biodegradar - sim senhora, quer os laudos? - em paralelo à educação ambiental, que é a única saída.
Não é a solução ideal? Nops, of course.
A solução ideal seria a extinção da raça humana, mas para nós, humanos egoistas que somos, é uma solução impensável.
Se você quiser os laudos, mandamos para você, afinal somos uma fundação particular de proteção do meio ambiente, ong que sofre o crivo da promotoria do meio ambiente e da promotoria das fundações, com utilidade pública municipal e estadual e a federal em andamento.
Escolhemos a tecnologia de oxi-biodegradabilidade em detrimento à biodegradabilidade pelo que disse acima, que é a biodegradável necessitar de ambiente biologicamente ativo para se degradar, isto é, tem que estar em contato com locais com microorganismos, então não tem serventia para aquelas sacolas que param nos locais mais inusitados, como galhos de árvores, postes de energia, telhados e no fundo dos rios - onde as sacolas geram metano - e a tecnologia oxi não, em qualquer lugar com oxigênio se degrada, possibilitando a posterior biodegradação.
E essa besteira de perder a resistência após dois meses de fabricação, por favor né, tenho amostras desde 2005, datadas, para ver a resistência, então vá em qualquer dos milhares de lugares que usam para falar estas besteiras, não acredite no que as petroquímicas dizem, por favor, nem na plastivida, que é paga com o dinheiro das petroquímicas.
Para você ter uma idéia, na audiência pública de curitiba, enviaram 30 funcionários de petroquímicas mais uns 10 pagos por eles para não deixarem o projeto passar.
De ecologistas, só os dois caipiras de Maringá, que acreditam na causa.
Claro, que o pessoal do sindicato do plástico, com um faturamento previsto para 2007 de 3 bilhoes e 200 milhoes disse que jamais irá deixar passar o projeto porque significa perder 1% de 3 bilhoes só no paraná.
Quanto às sacolas de papel, o custo ambiental é muito alto, porque fazer plantação de sacola é uma idiotice, perder terra férti que deve ser destinada ao plantio de comida para humanos, que logo logo chegará há 9 milhões de almas sobre a terra.
Sacolas retornáveis ou permanentes é a solução ideal e o passo final das sacolas ecológicas, primeiro as oxi, em conjunto com educação ambiental nos mercados para caixas e empacotadores instruirem a dona de casa a reciclar, duas cores de sacolas, uma da cor que o mercado quiser e outra transparente para a reciclagem.
Nada é difícil de ser feito, tem que ter boa vontade, pesquisadores competentes, laudos confiáveis e aí o mundo muda.
Por favor, quem quiser os laudos, peça-nos, mas não falem bobagem sobre algo em que acreditamos e estamos fazendo mudar o Brasil.
Funverde, agradeço a participação no blog e eu gostaria dos laudos para analisarmos aqui no jornal. Pode mandar no endereço editorchefe@liberal.com.br.
Você diz que a Fundação é particular, quer dizer que o projeto das sacolas verdes é comercializável, ou seja, visa lucro? Quais outros trabalhos a fundação tem, visando um planeta melhor para se viver, inclusive com seres humanos?
Abraço!
Na rede "Atacadão", não há sacolinhas plásticas. Os funcionários deixam caixas de papelão nos corredores para os consumidores embalarem suas compras. Em princípio até parece arcaico ou trabalhoso, mas do ponto de vista ecológico, não deixa de ser uma solução inteligente.
"A solução ideal seria a extinção da raça humana"... não se preocupe com isso não, caro FunVerde... isso já está acontecendo...
Att. Funverde:
"O supermercado atende a pressão por causa dos saquinhos. Adota então um saquinho oxi degradável. Conforme o nome, precisa de oxigênio para degradar. Mas não tem oxigênio dentro do lixão, nem radiação ultra violeta. Em suma,
um desperdício de TDPA (o aditivo que torna o plástico oxi-degradável) com nenhum benefício ambiental. No entanto, satisfez alguns clientes superficialmente verdes." Efraim Rodrigues, Ph.D. (1) é Doutor pela Universidade de Harvard, Professor de Recursos Naturais da Universidade Estadual de Londrina, consultor do programa Fodepal da FAO-ONU, autor do livro "Biologia da Conservação", e nos fins de semana ajuda escolas do Vale do Paraíba-SP, Brasília-DF
Essa a minha opnião, e por vivemos num processo democratico, não há quem me impeça de divulga-la, como o senhores o fazem em seu site.
e se possivel gostaria muito de ver os laudos, o que me pode até fazer-me mudar a minha concepção.
Pode me enviar ao meu endereço de e-mail. cbenedito@gmail.com
Grata
Cristiane Benedito
"Quanto às sacolas de papel, o custo ambiental é muito alto, porque fazer plantação de sacola é uma idiotice, perder terra férti que deve ser destinada ao plantio de comida para humanos, que logo logo chegará há 9 milhões de almas sobre a terra". FUNVERDE.. ôloco. DEVE SER DE FUMO VERDE. MARCOS, essa funverde não vale os créditos pois ao invés de argumentar ela infelizmente baixa o nível da discussão. Melhor não dar mídia para esse tipo de "ONG". Oportunismo puro.
Você poderia pelo menos postar o que voce me pediu, que são nossos projetos, respondi também que não temos lucro.
Então, porque você não está postando meus comentários?
Funverde,
Todos os comentários que me chegaram foram postados. Eu fiz as perguntas justamente esperando as respostas, esse é o meu trabalho: questionar e informar.
Por favor, tente novamente, pois deve ter havido algum problema técnico, comum no mundo virtual.
Abraço!
Você ainda tem os comentários anteriores ou posso mandar novamente?
Desculpe, é que apanho tanto e entendo tão pouco do mundo virtual.
Vou enviar as respostas, desculpe.
Não tenho comentário algum além dos que estão aqui, para todos lerem. Aguardo novas postagens.
Só são vetadas mensagens ofensivas, o que não é o caso da nossa conversa.
Abraço!
Marcos, a FUNVERDE é uma fundação particular do meio ambiente, sem fins lucrativos, quando digo que é particular é porque não recebemos verba de ninguém, nem de empresas nem tem ligação com o governo.
Quem tem lucro com as sacolas são os mais de 90 licenciados, as pessoas interessadas no projeto que querem comprar recebem uma listagem de todos os fabricantes, com o que fabricam, quantidade, cidade estado, porque nosso trabalho é divulgar uma tecnologia mais limpa e fazer com que o maior número de fábricas faça a transição para esta tecnologia.
Nós comercializamos sim, sacolas de pano, os velhos embornais de nosas mães e avós para custear o projeto mata ciliar, que desde 2004 vem plantando as margens dos rios de nossa cidade, plantamos árvores nativas com no mínimo um metro e meio de altura e muitas frutíferas nativas.
No próximo comentário posso mandar os outros projetos?
PROJETOS FUNVERDE
PROJETO MATA CILIAR
A FUNVERDE iniciou em agosto de 2004, o PROJETO MATA CILIAR. Maring� tem 70 quil�metros de fundos de vale, 32 c�rregos e 68 nascentes catalogadas. O objetivo deste projeto � revegetar a mata ciliar de todos os c�rregos e nascentes de Maring� da regi�o e finalmente do Paran�. A FUNVERDE n�o definiu tempo para a finaliza�o deste projeto, pois a quantidade de tempo e de arvores que ser�o destinadas a este projeto � muito grande. Finalizamos em dezembro de 2005, o C�rrego Diamante, com o plantio de aproximadamente 10.000 �rvores nativas com tamanho m�nimo um metro e meio. Finalizamos o C�rrego Mandacaru em dezembro de 2006, com o plantio de mais de 20.000 �rvores nativas com tamanho m�nimo um metro e meio. Em 2007 iniciamos o plantio da mata ciliar do C�rrego Nazar� e do C�rrego Maring�. Este projeto se desenvolve somente aos s�bados durante duas horas � das 14:00 �s 16:00, de fevereiro a novembro � com a participa�o semanal de aproximadamente 50 volunt�rios e estagi�rios. Para podermos nos certificar de que as mudas plantadas ir�o crescer e tamb�m para termos resultados mais r�pidos, utilizamos sempre mudas de no m�nimo 1,5 m de altura. Somente utilizamos mudas de esp�cies florestais nativas da regi�o, no caso de Maring� esp�cies da floresta estacional semidecidual. Plantamos 25% de frut�feras nativas para atra�o da avifauna, pois n�o adianta replantar a mata ciliar sem plantar frutas para os p�ssaros e animais comerem. Um outro grande problema com que nos deparamos durante a execu�o do projeto � o lixo que se acumula nas curvas dos rios, composto principalmente por sacolas pl�sticas de compras. Claro que tem todo tipo de lixo, como pneu, fog�o, sapatos e roupas, PET � mas a grande maioria � de sacolas de supermercados. Este lixo est� aumentando visivelmente com o passar do tempo, por isso, durante o per�odo de revegeta�o de um local, estamos simultaneamente fazendo a limpeza das margens e de dentro dos rios. S� que notamos que n�o adiantava nada limpar os rios porque era s� chover e as sacolas estavam de volta. Elas s�o muito leves, s�o levadas pelo vento, pelas enxurradas, ent�o decidimos que t�nhamos que resolver este problema. Do projeto mata ciliar nasceram tr�s projetos, o projeto sacolas ecol�gicas, o projeto sacolas retorn�veis e o projeto do manual de recupera�o de mata ciliar.
PROJETO SACOLAS ECOL�GICAS
Foi a� que em 2005 nasceu o PROJETO SACOLAS ECOL�GICAS, que est� trocando as sacolas de mercado convencionais que demoram 500 anos para se decomporem por sacolas de mercado oxi-biodegrad�veis que em 18 meses j� ter�o desaparecido do planeta, com o objetivo de acabar com a polui�o na cidade, nos fundos de vale, rios e mares. Em todos os lugares que voc� compra, voc� ganha sacolas de mercado, saquinhos para legumes e verduras no mercado - inclusive 1 cabe�a de alho - a�ougue, videolocadora, feira, padaria, farm�cia � com 1 aspirina � e tente se lembrar de tantos outros lugares. Esses pl�sticos, se tivermos sorte, v�o para o lix�o, mas normalmente acabam jogados nas ruas e depois das chuvas, dentro dos rios. Esses pl�sticos s�o uma heran�a para nossos descendentes, que pode e deve ser evitada. A tecnologia existe, o pre�o � menos que 10% maior do que a sacola convencional, agora � s� iniciar a mudan�a. V�rios estados brasileiros est�o criando legisla�o que obriga o primeiro e o segundo setor a trocar a sacola convencional por sacola oxi-biodegrad�vel, Paran� S�o Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Mato Grosso. Existe tamb�m lei federal que deve ser aprovada ainda este ano. Existem mais de 90 f�bricas habilitadas no Brasil a produzir estas sacolas. Para maiores detalhes, visite a p�gina da FUNVERDE.
PROJETO SACOLAS RETORN�VEIS
Este projeto nasceu em 2005, junto com o projeto sacolas ecol�gicas. Incentiva o uso de sacolas feitas de tecido ou qualquer material que se possa utilizar indefinidamente, que podem ser usadas indefinidamente, sem prejudicar o planeta. Lembre-se, seus av�s passaram a vida inteira indo fazer compras com esta sacola e sobreviveram, ou melhor, sobreviveram sem poluir o planeta. A pegada ambiental deles foi ridiculamente pequena se comparada com a nossa.
PROJETO MANUAL DE RECUPERA��O DE MATA CILIAR
No in�cio do projeto tivemos problemas por n�o encontrar nenhum manual simples, que ensinasse um leigo a recuperar a mata nativa de sua propriedade.Nos fundos de vale das cidades, normalmente residem pessoas simples, que tem o desejo de plantar �rvores para proteger a �gua, mas n�o sabem como fazer. Pensando nisso em 2004 a FUNVERDE lan�ou a primeira vers�o do manual de recupera�o de mata ciliar. Um manual simples para que qualquer pessoa, independendente da forma�o acad�mica pudesse saber esp�cies, espa�amento, tratos culturais das �rvores plantadas. Esse manual inicial contava com 100 esp�cies nativas da floresta estacional semidecidual, a que o Paran� pertence. Hoje estamos revisando este manual, que j� conta com 400 esp�cies nativas, das quais 100 s�o de frut�feras nativas para atra�o da avifauna e para que os humanos possam tamb�m consumir estas frutas.
PROJETO AQUECEDOR SOLAR DE BAIXO CUSTO
Este projeto nasceu em 2006 e n�o tem data para terminar. Curso de aquecedor solar de baixo custo, feito de garrafas pet e embalagens de leite tetra pack. Um aquecedor pode ser constru�do em 8 horas, por pessoas sem nenhum treinamento espec�fico. 30% do custo da eletricidade de uma casa vem do chuveiro e este aquecedor al�m de gerar �gua quente para o chuveiro, pode ser utilizado para aquecer torneiras, m�quinas de lavar roupas, gerando economia dom�stica e n�o pressionando os recursos naturais, pois quanto mais se utiliza energia el�trica, h� mais necessidade de constru�o de usinas hidrel�tricas, que destroem terras f�rteis, biomas que jamais ser�o recuperados, destroem habitats de potenciais rem�dios vindo de animais ou plantas para doen�as que ainda nem imaginamos que ocorrer�o no futuro.
PROJETO CAL�ADA LIMPA
Este projeto nasceu em 2006 e n�o tem data para terminar. Conscientiza�o para os donos de c�es que saem para passear coletarem as fezes de seus animais em conjunto com a distribui�o de luvas para a coleta das fezes. Fezes de animais, al�m de sujarem as ruas causando polui�o visual, transmitem doen�as para humanos.
PROJETO DIVULGA��O DE BOAS PR�TICAS AMBIENTAIS NAS EMPRESAS
Este projeto nasceu em 2007 e se estender� at� o final de 2008, quando teremos o diagn�stico das pr�ticas ambientais dos estabelecimentos comerciais da cidade e que servir� de amostra para outras cidades do mesmo porte. 20 estagi�rios est�o envolvidos no projeto, indo a todos os estabelecimentos das cidades com question�rio para determinar o grau de compromisso ambiental dos comerciantes e como eles utilizam os recursos naturais. Depois de coletadas as informa�es teremos um panorama de como est� uma cidade de porte m�dio e vamos definir programas para serem desenvolvidos junto ao segundo setor. J� � passada a hora do segundo setor fazer sua parte pelo planeta.
PROJETO TRANSFORMA��O DE �LEO USADO EM SAB�O/BIODIESEL
Este projeto nasceu em 2007 e se estender� at� o final de 2008, quando teremos os dados de consumo de �leo de todos os estabelecimentos da cidade. 20 estagi�rios est�o indo nos estabelecimentos do setor aliment�cio com um question�rio para determinar como � utilizado o �leo de cozinha, pr�ticas ambientais do estabelecimento, incentivando a reciclagem, destina�o dos res�duos, ensinando economia de �gua, eletricidade � ensinar as empresas a economizar recursos naturais para as pr�ximas gera�es. 1� fase � mapeamento dos maiores consumidores de �leo vegetal e descobrindo a destina�o para este �leo p�s-consumo � estabelecimentos do setor de alimenta�o como restaurantes, pizzarias, feiras, pastelarias, hospitais, refeit�rios de empresas, lanchonetes � 2� fase � destina�o do �leo p�s-consumo para f�bricas de biodiesel ou de sab�o, em container apropriado - bombonas.
PROJETO CURSO DE SAB�O
Este projeto nasceu em 2007 em conjunto com o projeto de transforma�o de �leo usado em sab�o/biodiesel e se estender� at� o final de 2008. 20 estagi�rios est�o envolvidos no projeto, realizando treinamento para produ�o artesanal de sab�o a partir de �leo vegetal p�s-consumo. Este projeto � direcionado a igrejas, condom�nios e associa�es de bairros e tem o objetivo de conscientizar a dona-de-casa da destina�o correta do �leo � colocar em PET e deixar para coleta seletiva, aumentando a renda do catador de lixo recicl�vel. Junto com o curso de sab�o ensinamos boas pr�ticas ambientais � economia de �gua, eletricidade, separa�o de lixo, incentivo � mudan�a de padr�o de consumo, comprando somente em estabelecimentos que se preocupam com o planeta, consumir produtos org�nicos �
PROJETO L�MPADA INCANDESCENTE, DIGA N�O
Projeto que ir� banir as f�bricas de l�mpadas incandescentes do pa�s. 20% da conta de energia el�trica vem das l�mpadas incandescentes, trocando as l�mpadas incandescentes por l�mpadas fluorecentes ir� gerar economia dom�stica e n�o pressionar os recursos naturais, pois quanto mais se utiliza energia el�trica, h� mais necessidade de constru�o de usinas hidrel�tricas, que destroem terras f�rteis, biomas que jamais ser�o recuperados, destroem habitats de potenciais rem�dios vindo de animais ou plantas para doen�as que ainda nem imaginamos que ocorrer�o no futuro.. A l�mpada fluorescente afeta (para melhor) o aquecimento global, n�o apenas porque a incandescente irradia calor. Na verdade, ela colabora para a redu�o da temperatura global por exigir menos energia para funcionar. Uma l�mpada fluorescente gasta 10 vezes menos e dura 10 vezes mais do que uma l�mpada incandescente. Estudo de caso - na Espanha, h� cerca de 350 milh�es de l�mpadas, m�dia de 25 por resid�ncia. Cerca de 20% da conta de luz deve-se �s l�mpadas. Se todas as incandescentes fossem substitu�das, a Espanha economizaria perto de 10.000 gigawatt-horas, o equivalente a 6,5 milh�es de toneladas de di�xido de carbono por ano, ou a mesma produ�o de 650 mil espanh�is, por ano. Se a COPEL - companhia de energia do Paran� distribu�sse l�mpadas fluorescentes para as fam�lias benefici�rias do programa luz fraterna, al�m de n�o pesar no bolso da classe m�dia - afinal o dinheiro vem de algum lugar e � l�gico que do bolso do consumidor, n�s sustentamos estas fam�lias - ainda ajudaria o meio ambiente.
PALESTRAS DE BOAS PR�TICAS AMBIENTAIS
Palestras proferidas em clubes de servi�o, igrejas, empresas, associa�es de bairro, condom�nios, associa�o comercial e qualquer lugar onde formos chamados. Estas palestras pretendem mudar o padr�o de consumo das fam�lias brasileiras, ensinando a economizar �gua, luz, reciclar, comprar menos e melhor, explicando a todos que os recursos naturais s�o finitos e temos que aprender a viver uma vida mais simples. Optar sempre por tudo que � mais natural, como comprar produtos org�nicos, evitar sempre produtos que contenham transg�nicos, deixar �rea perme�vel nas casas, n�o jogar lixo nas ruas, atitudes simples que todos dever�amos ter naturalmente, sem imposi�o. Mudan�as de h�bito simples como parar de varrer a cal�ada com mangueira de �gua, trocar a descarga de v�lvula por caixa de descarga, dar destina�o correta de res�duos l�quidos e s�lidos,. Devemos lembrar a todos que o inicio de tudo � o lar, fazendo a nossa parte em casa, nos demais locais, isso � autom�tico.
Ajude-nos a preservar este planeta para as futuras gera�es, elas n�o t�m culpa do mal que estamos fazendo ao meio ambiente. Se engaje em um de nossos projetos, comece em casa, separando seu lixo, evitando desperd�cio de �gua, energia el�trica, reciclando o que for poss�vel. S�o pequenas a�es que ir�o fazer diferen�a quando multiplicamos por mais de seis bilh�es de pessoas.
Fique à vontade para mandar os projetos. Creio que os companheiros deste espaço gostariam de conhecê-los, como eu.
Desculpe ter sido tão longo, mas nosso trabalho vem desde 99, com resultados surpreendentes, mas claro, moramos em uma cidadezinha de 350 mil habitantes e só alguns de nossos projetos atravessam fronteiras.
Somos poucos, apenas 60, mas estamos lutando para mudar a cara do planeta.
Renata, concordo inteiramente com você e compro sempre no atacadão, claro que levo minhas sacolas retornáveis e essas a FUNVERDE fabrica e vende sim, unitariamente, para comprar árvores do projeto mata ciliar, pois como plantamos árvores grandes e elas custam cinco reais a unidade.
Alec, desculpe a piada com a extinção, como disse acima, não é de muito bom tom mas choca algumas pessoas e tem um ditado que diz que até um chute na bunda te leva para a frente e se aplicarmos à humanidade muda um pouco, pois temos que dizer que a humanidade só vai para frente com um pé na bunda.
Caro Marcos,
Bom dia!
POR FAVOR!!! ESQUEÇA ESSA "funverde" os caras estão "tentando" USAR O SEU ESPAÇO,PARA SE engrandecer...além do mais dizer que "a humanidade só vai para frente com um pé na bunda" prova a insignificanfia dessa funverde, que quem logo vai tomar...são eles...
Até.
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