
Não é de hoje que os canos fétidos voltados para o Ribeirão Quilombo estão lá, vindos de casas ou indústrias. Também não é de hoje que existe órgão fiscalizador instituído pelo Estado para apurar e autuar despejos irregulares.
Porém, só depois de o tema ser abordado pelo jornal em uma reportagem especial que revelou 65 despejos, a fiscalização foi acionada. E ainda com um "puxão de orelha" do Ministério Público, que determinou à Cetesb que idenfitique o esgoto denunciado.
Ora, é preciso lembrar que a Cetesb existe justamente para tal tarefa, independente do que diz o jornal ou do que determina o promotor. O órgão é público, portanto pago com nosso suado imposto, e sua função é identificar e punir agressões ao meio ambiente. É nada mais, nada menos que isso que se espera.
Foto Paulo A. Tibério / O LIBERAL
1 Comentários:
Prezado Marcos/ SRs. Leitores
Matéria muito bem escrita, como sempre assim você o faz. O papel da imprensa está mudando neste país, parece que a imprensa é que está fiscalizando, papel esse como você disse, é do poder público. Vejam nos escândalos políticos a participação da imprensa e a omissão das autoridades. É preciso a população saber o poder que tem o VOTO de cada cidadão.
Postar um comentário
Links para esta postagem:
Criar um link
<< Início