5.10.06

Jornalismo in memorian - 3

Continuando a seqüência, ainda Collor, o furacão midiático da redemocratização do Brasil. Furacão que terminou tragicamente para o País e cuja implosão foi acionada pela mesma revista que participou da edificação eleitoral collorida.

Desta vez, a "Veja" lhe dá mais uma capa, menos de três meses após tê-lo escolhido como imagem principal. É agosto de 89 e a campanha está fervendo. O enfoque, oportuno (oportunista, digamos), é a vantagem de Collor diante dos adversários, que curiosamente não merecem capa da revista.

Há mais capas coloridas...

3 Comments:

diógenes said...

Este livro eu, particularmente, achei muito bom - Showrnalismo: a Notícia Como Espetáculo (JOSE ARBEX JR).

Trata do poder manipulador da imprensa de um modo geral, no Brasil e no exterior.

3:37 PM  
Cleusa L. Degrossoli said...

Mas não foi só ele que voltou! E quanto aos personagens mais recentes da nossa triste história? A "mídia" que o alçou não é a mesma que deu ampla cobertura tambem à sua queda - parece ser só uma questão de qual defende quem ou o quê. E quanto à abertura de mercado que favoreceu a qualidade dos produtos brasileiros e a produtividade nacional?
Enfim preferência política não parece ser racional, é emocional e assim pintam-se nas cores prediletas cada fato em que o "seu preferido" está envolvido.

4:48 PM  
Marcos Brogna said...

Por falar em show, Diógenes, o que seria o "Priscilão" da Globo rodando o País para misturar informação com picadeiro? Showrnalismo!

5:07 PM  

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